Compartilhar matéria
Presidente da Fifa, Gianni Infantino, convocou uma reunião de emergência no Marrocos para esta quarta-feira (5). O objetivo é tentar conter a crise e a pressão geradas após sua ideia de vender parte das ações da entidade, incluindo frações da Copa do Mundo e do Mundial de Clubes.
Diversos veículos internacionais, como a Sky News, confirmaram o encontro, que reunirá o “alto escalão” da Fifa. Embora o tema exato não tenha sido oficializado, a reunião acontece em meio à repercussão negativa da possível venda de ativos.
A proposta de Infantino gerou grande e negativa repercussão mundial, com confederações e federações emitindo notas contrárias. A Uefa, por exemplo, chegou a anunciar um boicote às competições caso o plano avançasse.
Repercussão e futuro de Infantino
Apesar de Infantino ter recuado da ideia em um comunicado na última sexta-feira (31), a Uefa mantém a pressão e agora se reúne com outras entidades para forçar a renúncia do presidente.
O apoio a Infantino parece diminuir, com várias federações confirmando a retirada de seu apoio para a próxima eleição presidencial da Fifa. A reunião no Marrocos visa, portanto, reverter este cenário.
O jornalista Kaveh Solhekol, da Sky Sports, revelou que o encontro será “muito, muito tenso”. Ele expressou incerteza sobre o desfecho, especulando entre uma possível renúncia de Infantino ou um contra-ataque do presidente.
Em nota, a Fifa destaca a necessidade da aprovação dos membros associados para a criação do Fifa Forward Enterprise (FFE). Esta seria uma nova subsidiária com controle majoritário da entidade, responsável por consolidar operações comerciais e das principais competições.
Com este novo investimento, a Fifa projeta que cada federação receberá US$ 20 milhões (equivalente a R$ 102 milhões) no ciclo 2027-30, um aumento significativo em relação à cota atual de US$ 8 milhões (R$ 41 milhões). A entidade ainda prevê um crescimento gradual desse valor nos dois ciclos seguintes.
Na prática, a iniciativa representa uma espécie de “privatização” dos principais torneios da Fifa, como a Copa do Mundo e o Mundial de Clubes. Isso implicaria em mais times, mais seleções, mais jogos e, consequentemente, mais dinheiro para todos os envolvidos, incluindo Gianni Infantino.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Acompanhe Esportes nas Redes Sociais
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por afonsobenites.
