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De acordo com dados do Atlas da Federação Internacional de Diabetes, atualmente o Brasil registra 99 mil casos de crianças e adolescentes com diabetes tipo 1, fator que deixa o país no ranking atrás somente dos Estados Unidos, Índia e China.
A OMS (Organização Mundial da Saúde) e o Ministério da Saúde instituíram o dia 26 de junho como o Dia Nacional da Diabetes, com o intuito de conscientizar a população sobre a prevenção, a importância de um diagnóstico precoce e o controle da diabetes para complicações mais graves.
Os sintomas em crianças de maneira incomum incluem uma repentina vontade de beber muita água, urinar várias vezes ao dia, ficar muito cansado, ter fome excessiva e até mesmo alterações no comportamento, como por exemplo, irritabilidade.
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Algo que as mães de crianças diabéticas, conhecidas como “mães pâncreas”, utilizam para facilitar o monitoramento da doença são novas tecnologias no lugar das “picadas nos dedos” para avaliação da glicemia.
A advogada Anna Ayres é mãe de duas crianças diabéticas e ressalta: “A rotina sem os sensores é exaustiva, precisamos manter a criança sob vigilância constante. Com a tecnologia, podemos normalizar as coisas, devolver a infância para elas e ter tranquilidade para dormir mais de três horas por noite, com a segurança de que os alarmes vão nos proteger de hipoglicemias noturnas.”
O uso de sensores de controle oferece maior liberdade para as crianças, facilitando adaptações escolares e uma preocupação menor ao brincarem.
O diretor comercial da MedLevensohn, Fernando Marinheiro, ressalta que “os monitores contínuos de glicose são um divisor de águas para o monitoramento da glicemia, algo que, para quem convive com a diabetes e precisa fazer diariamente o controle das taxas, é extremamente relevante para manter um nível confortável de saúde.”
Os monitores contínuos de glicose permitem que os pacientes tenham acesso aos seus níveis de açúcar no organismo em um tempo menor, com a emissão de alertas através de um aplicativo de celular. Os sensores até mesmo registram históricos de taxas de glicose, para que os portadores da doença possam apresentá-los em consultas médicas.
Tópicosdiabetes infantilMonitoramento de glicose
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por laurynamaral



