“Pago um preço alto”: Sabrina Sato fala sobre diagnóstico e desafios pessoais

Por Portal Leo Dias 29/10/2025 às 06:05
“Pago um preço alto”: Sabrina Sato fala sobre diagnóstico e desafios pessoais

Sabrina Sato está com a vida a todo vapor! Aos 44 anos, a apresentadora divide o tempo entre as gravações do “Sua Maravilhosa”, no GNT, e a preparação para o Carnaval 2026, quando vai desfilar tanto pela Gaviões da Fiel, em São Paulo, quanto pela Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Mesmo com uma rotina de cheia, Sabrina não esconde os desafios de lidar com o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

“Eu sou muito cuidadosa comigo porque pago um preço alto”, confessou a apresentadora, em entrevista recente ao portal O Globo. Segundo ela, o marido, o ator Nicolas Prattes, tem um papel importante nessa organização: “Ele dorme no mesmo horário da Zoe, às 21h, 22h. Eu acordo às 5h30 para começar o dia com ela. Tenho pessoas que me ajudam, que ficam me lembrando de dez em dez minutos o que tenho que fazer. Porque, além de a agenda ser intensa, eu tenho TDAH. Mas nem tudo sai como planejado, e eu também não sou essa pessoa tão regrada.”

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Reprodução: Portal LeoDias
Sabrina Sato se derrete por Nicolas Prattes: “Ele manda flores onde eu estiver”Reprodução: Portal LeoDias
Reprodução: Instagram @globoplay @sabrinasato
Sabrina Sato e Nicolas PrattesReprodução: Instagram @globoplay @sabrinasato
Reprodução Instagram Sabrina Sato e divulgação/ montagem
Antes e depois de Sabrina Sato após transformação para programa no GNTReprodução Instagram Sabrina Sato e divulgação/ montagem

Sabrina relembrou os tempos em que a maternidade ainda não fazia parte da sua vida. “Antes da Zoe, eu saía para o samba, bebia todas. Já fui gravar no dia seguinte com a mesma maquiagem”, brincou, aos risos. Hoje, a apresentadora tenta equilibrar o trabalho, a maternidade e o autocuidado, algo que, segundo ela, é uma verdadeira maratona.

Apesar de tudo, Sabrina garante que ainda carrega a mesma alma livre de sempre. “Tenho uma alma nômade, gosto de estar no samba, no boteco, de socializar, me adapto bem aos lugares. E me sinto culpada se fico muito tempo sem ver as amigas. Mas também sou essa pessoa do esporte, que quer malhar, treinar. Então, busco esse equilíbrio. É difícil, porque parece que sempre estamos devendo um lado”, completou.

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