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RioLGBTQIA+ 2026 começa nesta quinta-feira com mais de 200 filmes

Por Agência Brasil Fonte: Anna Karina de Carvalho - Repórter da Agência Brasil 02/07/2026 às 13:32
RioLGBTQIA+ 2026 começa nesta quinta-feira com mais de 200 filmes

Começa nesta quinta-feira (2), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB RJ) e no Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, o RioLGBTQIA+ 2026 – 15º Festival Internacional de Cinema, que reúne mais de 200 filmes brasileiros e estrangeiros.

Até o dia 8 de julho, o público poderá acompanhar longas, médias e curtas-metragens, além de estreias nacionais e internacionais, em sessões no Instituto Cervantes RJ, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB RJ) e no Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro, em programação dedicada à diversidade de experiências LGBTQIA+.

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Ao completar 15 edições, o festival reafirma seu papel como um dos principais espaços de difusão do cinema queer no Brasil, com produções de diferentes países e debates sobre identidade, afeto, memória, política, direitos humanos e resistência por meio da linguagem audiovisual.

Para o diretor e curador do festival, Alexander Mello, a seleção desta edição buscou representar a pluralidade das vivências no mundo contemporâneo.

“A curadoria buscou refletir a diversidade das experiências LGBTQIA+, com filmes de diferentes países, gerações e linguagens. Priorizamos obras com qualidade artística, relevância temática e capacidade de dialogar com questões contemporâneas como identidade, afeto, memória, política e resistência. Mais do que uma seleção de filmes, pensamos a programação como um espaço de encontro, em que diferentes perspectivas conversam entre si e convidam o público a ampliar seu olhar sobre as múltiplas formas de viver e contar histórias”, afirmou.

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Segundo Mello, a programação também evidencia experiências que aproximam diferentes culturas por meio do cinema.

“A grande tônica desta edição é a diversidade das vivências LGBTQIA+ e a força das histórias contadas a partir de diferentes perspectivas. Muitos filmes abordam pertencimento, afeto, memória, resistência e a busca por liberdade, mostrando que, apesar das diferenças culturais, há experiências que atravessam fronteiras. 

A programação de 2026 reforça a identidade do festival como um espaço de encontro, diálogo e celebração da pluralidade, valorizando tanto novas vozes quanto cineastas já reconhecidos no cenário internacional, informou o curador.

Entre os destaques da mostra brasileira estão os longas Apenas Coisas Boas, ArrenegoBate Cabelo!Capim-NavalhaContos de uma Andarilha UrbanaCopacabana, 4 de MaioGravidadeLarA MissRita Moreira: Crônicas, Memórias e VideotapeTira e Gira e Trago Seu Amor, que refletem a diversidade de narrativas produzidas pelo cinema nacional.

A programação internacional reúne produções como Amantes (França), Cuidadoras (Argentina e Chile), Duas Vezes João Liberada (Portugal), El Fin de las Primeras Veces (México), Historia de Otoño (Uruguai), La Intención del Colibrí (Uruguai), Jone, a Veces (Espanha), Stop! That! Train! (Estados Unidos), Mickey & Richard (Estados Unidos), Out Laws (Reino Unido e Namíbia), Siempre Vuelven (Uruguai e Argentina), Truth or Dare (Alemanha) e What Will I Become? (Estados Unidos), ampliando o intercâmbio entre diferentes cinematografias e perspectivas sobre as vivências LGBTQIA+.

Os curtas-metragens  ocupam espaço de destaque, com mostras dedicadas ao Brasil, ao Rio de Janeiro e a países como Eslovênia, Espanha, França, Itália, Noruega, Tunísia e Ucrânia, além de recortes temáticos voltados para animação, infâncias e juventudes LGBTQIA+, produções eróticas, terror queer e outras narrativas contemporâneas. A programação inclui ainda a exibição especial da segunda temporada da série Noturnas.

Ao longo de sua trajetória, o RioLGBTQIA+ consolidou-se como um espaço de valorização da produção audiovisual LGBTQIA+, contribuindo para ampliar a circulação de obras independentes, estimular o diálogo entre realizadores e público e fortalecer a representatividade no cinema.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: Agencia Brasil por Anna Karina de Carvalho – Repórter da Agência Brasil

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