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O grupo Bom Futuro disse em nota que, como arrendatária de terras da Radar, empresa que tem como acionista a Cosan, exerceu seu “legítimo” direito de preferência na aquisição da área da Radar. Ocorre que, mais cedo, quem disser ter exercido o direito de compra “de forma irrevogável e irretratável” foi a SLC, por também tem um contrato de arrendamento com a Radar.
Segundo a nota da Bom Futuro, de Eraí Maggi, a empresa pretende comprar a totalidade dos pouco mais de 41,2 mil hectares à venda em Mato Grosso, por R$ 1,85 bilhão.
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“O referido investimento tem sinergia com as demais propriedades da empresa e adere sua estratégia de crescimento em Mato Grosso, onde atua há mais de 44 anos”, disse a Bom Futuro na nota.
Em contato com a CNN, a Bom Futuro informou que agora existe um impasse porque ambos os grupos exigiram o direito de compra.
A SLC já opera 17,6 mil hectares da Radar. A aquisição, conforme a nota da SLC, depende de aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por fernandapressinott



