Tudo que você precisa saber antes da semifinal da Copa do Mundo 2026

Por CNN Brasil 13/07/2026 às 06:57

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Inglaterra e Argentina garantiram vaga entre os quatro melhores do torneio ao eliminarem Noruega e Suíça, respectivamente.

Pela Inglaterra, um nome dominou a cena: Jude Bellingham. Já é difícil até definir a posição do meia de 23 anos. Ele parece estar em todos os lugares do campo e marcou dois gols para comandar a vitória inglesa sobre a Noruega de Erling Haaland.

Do lado argentino, o herói foi Julián Álvarez. O atacante marcou um golaço na prorrogação para colocar a seleção na semifinal — com uma ajudinha de uma polêmica decisão do VAR.

Conheça os semifinalistas

Antes da decisão nesta semana, já dá para dizer: esta Copa do Mundo vai deixar saudades.

As quartas de final terminaram em alto nível, com Inglaterra e Argentina confirmando presença entre os quatro melhores da competição após eliminarem Noruega e Suíça, respectivamente.

Pela seleção inglesa, o grande protagonista foi Jude Bellingham. O meia de 23 anos mais uma vez mostrou por que é considerado um dos jogadores mais completos da atualidade: esteve em todos os setores do campo e marcou os dois gols da vitória sobre a Noruega de Erling Haaland.

Já a Argentina contou com o brilho de Julián Álvarez. O atacante decidiu a classificação ao marcar um golaço na prorrogação, em uma partida que também ficou marcada por uma polêmica decisão do VAR.

Com os resultados, as semifinais estão definidas. Sem jogos até terça-feira (14), é hora de conhecer melhor os quatro candidatos ao título.

Quem são os semifinalistas

A campanha da Inglaterra até a semifinal tem dois protagonistas bem definidos: Harry Kane e Jude Bellingham. Com seis gols cada na competição, a dupla foi decisiva para manter os ingleses vivos no torneio e evitar eliminações precoces.

Mesmo quando a equipe apresenta dificuldades coletivas — especialmente no sistema defensivo, que em vários momentos mostrou fragilidade —, o talento dos dois craques costuma fazer a diferença. Kane é o finalizador implacável.

Bellingham, por sua vez, alia qualidade técnica, intensidade e personalidade, características que transformaram a Inglaterra em um adversário difícil de ser superado nesta Copa.

Na busca pelo primeiro título mundial desde 1966, a responsabilidade sobre os ombros da dupla é enorme. A última vez que os ingleses disputaram uma semifinal de Copa foi em 2018, quando acabaram derrotados pela Croácia.

Do outro lado estará uma Argentina que percorreu um caminho semelhante. Atual campeã do mundo, a equipe também dependeu de momentos de brilho individual para avançar no mata-mata e escapou da eliminação em mais de uma oportunidade.

Como esperado, Lionel Messi voltou a assumir o papel de protagonista sempre que necessário. Desta vez, porém, o destaque ficou com Julián Álvarez, autor do gol da classificação na prorrogação.

Assim como a Inglaterra, a Argentina talvez não encante pelo futebol apresentado, mas sabe competir e vencer mesmo quando não atua em seu melhor nível — uma característica frequentemente decisiva em torneios de tiro curto. Ainda assim, os argentinos ostentam o melhor ataque da Copa, com 17 gols marcados.

A experiência também pesa a favor da equipe comandada por Lionel Scaloni. Grande parte do elenco conquistou o título mundial em 2022 e sabe lidar com a pressão dos grandes jogos. Por isso, a expectativa é de uma semifinal eletrizante entre Inglaterra e Argentina na quarta-feira (15).

A outra semifinal coloca frente a frente França e Espanha, em um confronto que reúne duas das seleções mais talentosas da competição.

Apontada por muitos como principal favorita ao título, a França chegou às semifinais sem grandes sobressaltos. Enquanto outros candidatos sofreram para avançar, os franceses construíram uma campanha sólida, impulsionados por um ataque de enorme qualidade.

Kylian Mbappé voltou a ser decisivo, explorando velocidade e poder de definição. Ao seu lado, Ousmane Dembélé e outras peças ofensivas tornam a seleção francesa uma das mais perigosas da Copa.

A competição também marca a despedida de Didier Deschamps do comando da seleção. Campeão mundial em 2018, o treinador busca encerrar seu ciclo com mais um título.

O desafio de impedir esse objetivo será da Espanha. A seleção espanhola confirmou o favoritismo ao chegar às semifinais, mas ainda não apresentou seu futebol mais convincente.

A principal expectativa gira em torno de Lamine Yamal. O jovem talento ainda não brilhou como muitos esperavam, possivelmente em razão dos problemas físicos que carregava antes do torneio.

Em compensação, o meio-campo e a defesa mantêm um alto nível de consistência: a equipe sofreu apenas um gol em toda a Copa — estatística que será colocada à prova diante do poderoso ataque francês.

Embora a França entre em campo com leve favoritismo, o retrospecto recente favorece a Espanha. Os espanhóis eliminaram os franceses na semifinal da Eurocopa de 2024, campanha que terminou com o título continental, e também venceram o confronto entre as seleções na Liga das Nações no ano passado.

Quem avançar à decisão deve assumir o posto de principal candidato ao título na final do dia 19. Tudo indica que as semifinais reservarão dois confrontos de altíssimo nível.

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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por anniefigueiredo.

Conteúdo Original / Fonte: anniefigueiredo

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