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Há exatamente um ano, o futebol perdia Diogo Jota em uma tragédia que comoveu torcedores, jogadores e clubes ao redor do mundo.
Em 3 de julho de 2025, o atacante do Liverpool e da seleção de Portugal morreu aos 28 anos em um acidente de carro na Espanha. O irmão dele, André Silva, de 25 anos, jogador do Penafiel, também estava no veículo e não resistiu.
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A tragédia ocorreu na rodovia A-52, na região de Zamora, no noroeste da Espanha. A Lamborghini em que os irmãos viajavam saiu da pista, atingiu o canteiro central e pegou fogo.
A notícia repercutiu imediatamente em todo o mundo, provocando homenagens de clubes, jogadores, torcedores e autoridades esportivas.
Quase um ano depois da tragédia, a Justiça espanhola encerrou as investigações sem apontar responsabilidade criminal. De acordo com a conclusão do Tribunal Superior de Justiça de Castilla e León, não foram encontrados elementos que justificassem a abertura de um processo relacionado ao acidente.
A perícia também descartou uma das hipóteses levantadas nos primeiros dias após a tragédia: a de que um dos pneus do veículo teria estourado durante uma ultrapassagem em alta velocidade. Após a análise dos vestígios no local e dos laudos elaborados por especialistas em acidentes rodoviários, o caso foi oficialmente arquivado.
Casamento e títulos antes da tragédia
A morte ganhou contornos ainda mais dramáticos porque aconteceu apenas 11 dias após Diogo Jota se casar com Rute Cardoso, sua companheira de longa data e mãe de seus três filhos.
O atacante havia encerrado a temporada em alta. Pouco antes das férias, conquistou a Liga das Nações com a seleção portuguesa e também celebrou o título da Premier League pelo Liverpool, vivendo um dos melhores momentos da carreira.
Perpetuação através de homenagens
O impacto da morte de Jota ultrapassou as fronteiras de Portugal e da Inglaterra. Ao longo da temporada, diversas homenagens foram realizadas em estádios, cerimônias e competições internacionais, para além de atos simbólicos e repercussões ao redor do mundo.
A seleção portuguesa também manteve viva a memória do atacante. Na convocação para a disputa do torneio seguinte, o técnico Roberto Martínez anunciou simbolicamente Diogo Jota como membro honorário da equipe, ressaltando a importância do jogador para o grupo.
Na Copa do Mundo, o português também foi homenageado antes de Portugal x RD Congo. Os pais do ex-jogador português compareceram à partida e se emocionaram durante o tributo nos EUA.
A perda também afetou profundamente o elenco do Liverpool. Durante a temporada, diversos companheiros relataram a dificuldade de voltar a concentrar as atenções exclusivamente no futebol enquanto enfrentavam o processo de luto.
Um ano depois, a ausência de Diogo Jota continua sendo sentida por familiares, amigos, colegas de profissão e torcedores. Além dos títulos e dos números dentro de campo, o atacante deixou uma marca pela dedicação ao clube e à seleção portuguesa que segue sendo exaltada independentemente do tempo.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por manuelladalmas


