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Babi Cruz fala sobre novo amor e como os filhos reagiram: “Não tinham outra opção”

Babi Cruz, viúva do cantor Arlindo Cruz, marcou presença no sábado (22/11) no Clareou, projeto comandado por Ivete Sangalo que movimentou o Rio de Janeiro. Durante o evento, ela conversou com a repórter Katherine Alves, do portal LeoDias, e abriu o coração ao falar sobre o relacionamento com André Caetano e a forma como os filhos, Arlindinho e Flora Cruz, lidaram com seu novo relacionamento.

Arlindo Cruz morreu em agosto deste ano, após oito anos enfrentando graves sequelas deixadas por um AVC. Entretanto, o relacionamento de Babi com André começou antes da morte do sambista. Na época, ela dividia a rotina entre os cuidados com o então marido e o processo emocional de reconstrução pessoal após anos de dedicação e sofrimento diante das limitações de Arlindo.

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Reprodução: Instagram@babicruz10
Babi Cruz recebe alta.Reprodução: Instagram@babicruz10
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Babi Cruz e o namorado AndréFoto: Reprodução
Reprodução/Portal LeoDias
Babi Cruz fala em reorganização emocional após missa de sétimo dia de Arlindo CruzReprodução/Portal LeoDias
Reprodução: Instagram@babicruz10
Babi Cruz recebe alta.Reprodução: Instagram@babicruz10
Foto: Thiago Mattos / BrazilNews
Babi CruzFoto: Thiago Mattos / BrazilNews
Reprodução/Instagram
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Flora Cruz , Babi Cruz e ArlindinhoFoto: Reprodução/Instagram @babicruz10
Foto: Reprodução/Instagram @arlindocruzobem
Arlindo Cruz e Babi CruzFoto: Reprodução/Instagram @arlindocruzobem
Foto: Reprodução/Instagram @arlindocruzobem
Arlindo Cruz e Babi CruzFoto: Reprodução/Instagram @arlindocruzobem

Questionada sobre como os filhos acolheram o novo relacionamento, Babi relatou que no início houve uma resistência, mas que depois eles entenderam o momento de superação que ela estava passando.

“As crianças [Arlindinho e Flora Cruz] diziam que o Arlindo ia ficar e eu iria embora, porque tive momentos de depressão profunda, chegar ao fundo do poço e descobrir que não é o limite, porque embaixo do fundo do poço tem um buraco mais fundo, e só com a força dos orixás, com a energia, com a consciência e com a necessidade de saber que eu não posso destruir a minha vida pela vida de ninguém, eu tenho que me reerguer, eu tenho que renascer, eu tenho que viver, e foi num momento que, eu acredito no destino, eu encontrei o André e a gente se olhou e foi isso, o primeiro e único homem que mexeu comigo depois do Arlindo e estamos juntos diariamente, ele é meu amigo, meu parceiro, meu cúmplice, e eu sou uma mulher de muita sorte.”

Segundo ela, a relação entre seus filhos e André amadureceu conforme perceberam que o namoro era baseado em respeito, afeto e verdade.

“A partir do momento que eles viram que se tratava de uma coisa respeitosa, uma relação verdadeira, madura, adulta, eles não tinham outra opção que não fosse torcer e vibrar. Claro que no primeiro momento houve a resistência, não foi fácil.”

Babi contou ainda que já estava em um processo de preparação emocional para recomeçar, entendendo que precisava estar pronta para viver um novo amor de maneira responsável e coerente com sua história.

“Mas antes de eu conhecer o André eu já estava me preparando para um novo relacionamento, e eu não podia errar, eu não podia estar por aí paquerando aqui e acolá, sair com um cara hoje e com outro amanhã, porque eu nunca fui uma mulher solteira desde os 14 anos, quando eu conheci o Arlindo. A Babi Cruz, eu sou a Babi do Samba, a Babi Porta-Bandeira, eu tenho uma responsabilidade social muito grande.”

Ela revelou ainda que sempre foi transparente com os filhos sobre o desejo de reconstruir a própria vida: “E eu falava para as crianças: ‘eu estou me preparando e na hora que pintar um relacionamento eu estou pronta’. E foi assim, pintou, eu me permiti, a química bateu, e estamos aí até o dia que tem que ser. Se terminasse hoje, teria sido maravilhoso, uma relação respeitosa, de amizade, de química, de tudo, meu amigo e meu novo marido, André.”

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Gominho revela que vendeu quadros para amigos após assaltantes levarem seu dinheiro

Gominho marcou presença no “Ivete Clareou”, realizado neste sábado (22/11), na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, e conversou com a repórter Katharine Alves, do portal LeoDias. O melhor amigo de Preta Gil atualizou seu estado de saúde após a retirada de pedras nos rins e revelou como anda a relação com o grupo de amigos que mantinha com a cantora após sua morte.

“Cara, foi um susto mesmo, mana! Isso porque desde setembro tenho me cuidado muito, né? Alimentação, muita água e dormindo cedo. Aí, quando a pedra no rim apareceu, como treino todo dia, eu sentia umas dores na lombar, achando que era coisa de treino. Até que um dia a dor veio para o lado, com muita intensidade, uma crise renal, que é horrível. Mas estou averiguando, a gente está vendo se tem algo hereditário, porque montei um ritmo de alimentação boa, de hidratação. Mas estou bem, zeradíssimo!”, contou.

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Gominho é vítima de assalto e tem contas bancárias zeradas por golpistasReprodução / @gominho
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GominhoFoto: Reprodução/Instagram @gominho
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Gominho e Preta GilFoto: Reprodução/Instagram @gominho

O ex-peão da Record contou que foi assaltado e, em cerca de cinco minutos, os bandidos conseguiram acessar suas contas bancárias, roubar o dinheiro e ainda realizar empréstimos nas contas físicas e jurídicas: “Estou no processo com o banco ainda, para eles devolverem o dinheiro e cancelarem os empréstimos, essas coisas. Mas está tudo bem, estou trabalhando para poder ter mais dinheiro e poder viver”, falou.

Gominho afirmou ainda que “a única pessoa em quem contava na vida morreu, que é a Preta”, mas que pediu ajuda a alguns amigos para se restabelecer, vendendo alguns de seus quadros para eles e aproveitando oportunidades de emprego. Sobre a relação com o grupo de amigos e família que possui com Preta Gil, afirmou que todos ainda mantêm contato: “No Carnaval, vou estar lá no Expresso (Camarote). A gente não se vê muito. A vida da galera é corrida. Mas nosso grupo de amigos mantém contato, temos os grupos de WhatsApp, que acabam estreitando a relação entre as pessoas”, revelou.

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Bolsonaro recebe a ex-primeira-dama Michelle na PF


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O ex-presidente Jair Bolsonaro, recebeu a visita da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, na tarde deste domingo (23), na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, onde ele está preso preventivamente desde sábado (22). Imagens televisivas da rede CNN flagraram o ex-presidente levando Michelle Bolsonaro até a saída do prédio onde está sob custódia.Bolsonaro recebe a ex-primeira-dama Michelle na PFBolsonaro recebe a ex-primeira-dama Michelle na PF

A visita foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.

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Mais cedo, em sua rede social, Michelle Bolsonaro disse para os apoiadores do ex-presidente continuarem orando. “Deus não perdeu o controle de nada. Ele reina. Seu trono tem como fundamento a justiça e o juízo”, escreveu na publicação.

Viagem ao Ceará

Michelle Bolsonaro estava no Ceará em evento do Partido Liberal (PL) quando soube da prisão preventiva do esposo, Jair Bolsonaro. Ela retornou à capital federal na tarde de sábado, após suspender a agenda de trabalho no estado nordestino.

Nas redes sociais, a ex-primeira-dama relatou que a filha do casal estaria impactada pelos acontecimentos: “Pedi para ele não desistir da Laura. Eu pedi para ele não desistir de nós e para ele continuar firme, porque eu estarei aqui ao lado dele, junto com vocês, que estão de pé orando, intercedendo para que tudo venha se resolver”. 

Michelle Bolsonaro criticou o ministro Alexandre de Moraes, alegando que ele “age com simbologia” ao determinar a detenção de seu marido no dia 22, em referência ao número 22 do. Partido Liberal e também à multa de R$ 22,9 milhões aplicada à legenda, por litigância de má-fé, após pedido de anulação de votos do segundo turno da disputa presidencial, em 2022.

Prisão preventiva

Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF), neste sábado, após determinação de Moraes. Na decisão, o ministro do STF citou eventual risco de fuga diante da tentativa de Bolsonaro de violar a tornozeleira eletrônica e da vigília convocada pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, nas proximidades da casa onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar, o que poderia facilitar que ele deixasse o local. 

Na sexta-feira (21), véspera da prisão, o ex-presidente usou uma solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica, o que gerou alerta para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seap), responsável pelo monitoramento do equipamento. A defesa argumenta que, por interação de remédios, Bolsonaro apresentou confusão e paranoia. E acrescenta que ele colaborou com a troca do equipamento, não havendo tentativa de fuga. 

Condenação

Condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista, Bolsonaro e os demais réus podem ter as penas executadas nas próximas semanas.

Na semana passada, a Primeira Turma da Corte rejeitou os chamados embargos de declaração do ex-presidente e de mais seis acusados para reverter as condenações e evitar a execução das penas em regime fechado.

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Defesa alega confusão mental e pede prisão domiciliar para Bolsonaro


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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que aprecie a petição que requer prisão domiciliar humanitária para o réu. Os advogados argumentam que não houve tentativa de fuga e que o episódio de tentativa de violar a tornozeleira eletrônica reforça apenas o comprometimento da saúde de Bolsonaro. Defesa alega confusão mental e pede prisão domiciliar para BolsonaroDefesa alega confusão mental e pede prisão domiciliar para Bolsonaro

A manifestação foi enviada pelos advogados Celso Vilardi, Daniel Tesser e Paulo Bueno ao STF neste domingo (23). Bolsonaro está preso preventivamente desde este sábado (22). Na decisão pela prisão, o ministro do STF citou eventual risco de fuga diante da tentativa de Bolsonaro de violar a tornozeleira eletrônica e da vigília convocada pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), nas proximidades da casa onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar, o que poderia causar tumulto, facilitando que ele deixasse a casa.  

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“Conforme informado na petição protocolada no dia 21 de novembro, o estado de saúde do Peticionário está, por diversas razões, comprometido. Os documentos médicos então juntados já narravam que o ex-Presidente ‘é portador de comorbidades que demandam tratamento’ e uso de diversos medicamentos, inclusive “com ação no sistema nervoso central’.”, argumentam os advogados. 

Segundo os advogados, baseando-se no boletim médico dos profissionais que acompanham Bolsonaro, a confusão mental foi causada pela interação de remédios. 

“O Peticionário já vinha fazendo uso dos medicamentos Clorpromazina e Gabapentina para o quadro de soluços incoercíveis muito intensos que surgiu em razão das múltiplas intervenções às quais o Peticionário foi submetido desde o episódio da tentativa de assassinato em 2018”, diz o documento. 

Os medicamentos seriam usados “com o intuito de tentar otimizar o tratamento dos soluços, mas sem a ciência ou consentimento da equipe médica que segue o Peticionário desde sua última internação em abril, uma segunda médica prescreveu ao Peticionário o medicamento chamado Pregabalina”, diz o documento. 

O documento explica que a Pregabalina “apresenta importante interação com os medicamentos que ele utiliza regularmente para tratamento das crises de soluços (Clorpromazina e a Gabapentina) e tem como reconhecidos efeitos colaterais, a alteração do estado mental com a possibilidade de confusão mental, desorientação, coordenação anormal, sedação, transtorno de equilíbrio, alucinações e transtornos cognitivos”.

Diante desse cenário, os advogados argumentam ainda que embora Blsonaro tenha utilizado um ferro de solda na tornozeleira, o ex-presidente não tentou removê-la e colaborou com a troca do equipamento eletrônico. 

“O vídeo e a avaliação da policial mostram que não houve tentativa de rompimento da pulseira e, portanto, de retirada da tornozeleira”, afirmam. “Sem qualquer obstáculo, a tornozeleira foi substituída”. 

Prisão domiciliar humanitária

Condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista, Bolsonaro e os demais réus podem ter as penas executadas nas próximas semanas.

Na semana passada, a Primeira Turma da Corte rejeitou os chamados embargos de declaração do ex-presidente e de mais seis acusados para reverter as condenações e evitar a execução das penas em regime fechado.

A defesa do ex-presidente havia solicitado, na sexta-feira (21), prisão domiciliar humanitária ao STF. O pedido foi rejeitado, neste sábado, após a prisão preventiva de Bolsonaro. 

Nesta segunda-feira (24), o STF irá analisar a decisão da prisão preventiva de Bolsonaro. O ministro do STF Flávio Dino convocou uma sessão virtual extraordinária da Primeira Turma para referendar a decisão. 

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Carol Soberg e Rebecca faturam bronze no Mundial de vôlei de praia


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A dupla da carioca Carol Solberg com a cearense Rebecca, vice-líderes do ranking, garantiu o único pódio do Brasil no Mundial de vôlei de praia em Adelaide (Austrália). Foi a primeira vez que elas conquistaram uma medalha na competição. Carol e Rebecca foram bronze após vitória contra as compatriotas Thâmela e Vic (dupla número 1 do mundo) por 2 sets a 0, com parciais de 21/18 e 22/20. As campeãs mundiais foram as letãs Tina e Anastasija que derrotaram na final as norte-americanas Nuss e Brasher por 2 a 1 (21/15, 15/21 e 15/11).Carol Soberg e Rebecca faturam bronze no Mundial de vôlei de praiaCarol Soberg e Rebecca faturam bronze no Mundial de vôlei de praia

No histórico de participações em Mundiais, Carol havia chegado às quartas de final duas vezes: a primeira em 2007, ao lado de Maria Elisa, e 10 anos depois junto com Maria Antonelli. Já Rebecca alcançara as oitavas de final em 2019, 2022 e 2023.

Na disputa feminina do Mundial 2025, o Brasil contou ainda com as campeãs olímpicas Duda/Ana Patrícia – que desistiram nas quartas de final devido à lesão – e Vitória/Hegê. No masculino, representaram o país as duplas André/Renato, George/Saymon e Evandro/Arthur Lanci.

O título mundial masculino ficou com os campeões olímpicos Ahman e Hellvig após final entre suecos. Na final, ele ganharam por 2 sets a 0 dos compatriotas Hölting Nilsson e Andersson, com parciais de 25/23 e 21/19. A dupla francesa Rotar e Gauthier-Rat faturou o bronze com vitórias sobre os alemães Ehlers e Wickler por 2 a 0 (21/15 e 21/15).

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Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio celebra 30 anos e reforça visibilidade


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Apesar do dia nublado, não faltou vibração na orla de Copacabana na tarde deste domingo (23). A Avenida Atlântica e as areias da praia mais famosa do Brasil foram palco para a 30ª edição da Parada do Orgulho LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, intersexuais e outras identidades de gênero e orientações sexuais).Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio celebra 30 anos e reforça visibilidadeParada do Orgulho LGBTI+ do Rio celebra 30 anos e reforça visibilidade

Além da tradicional mensagem de visibilidade LGBTI+, respeito e contra o preconceito, a marcha celebrou os 30 anos da parada mais antiga do país.

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Em meio à agitação proporcionada pelos trios elétricos, uma cena homenageou a primeira parada brasileira: dentro de um carro vermelho, duas drag queens lembraram as personagens que abriram a marcha de 1995, também dentro de um veículo conversível.

Leia aqui: Há 30 anos, marcha no Rio inaugurava paradas do orgulho LGBT no Brasil

Outra referência direta ao marco de 30 anos era o ativista Cláudio Nascimento, um dos presentes em Copacabana naquele ano de 1995, então com 23 anos.

Hoje ele é presidente do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, entidade da sociedade civil que organiza a parada desde a primeira edição.

“É um momento glorioso para nós. Estamos muito emocionado”, disse à Agência Brasil.


Rio de Janeiro (RJ0, 23/11/2025 - Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio celebra 30 anos e reforça visibilidade. Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+. Foto: Tuany Faria/Divulgação

Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris participou da primeira marcha, há 30 anos – Tuany Faria/Divulgação

Ele aponta que durante os 30 anos de resistência, a parada do Rio de Janeiro se confunde com a história das conquistas por direitos da comunidade LGBTI+.

“Nós lideramos movimentos pela criminalização da LGBTIfobia em várias campanhas que realizamos, tivemos também o casamento civil igualitário com uma pauta extremamente estratégica para nossa luta e conquistamos”, ressaltou.

Segundo ele, a marcha carioca influenciou mais de 400 paradas que são realizadas atualmente no país.

Mensagem “cirúrgica”

Os organizadores da 30º Parada do Orgulho LGBTI+ afirmam que o movimento tem sempre uma mensagem “cirúrgica”, ou seja pontual e específica.

Realizada no dia seguinte ao fim da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém, a parada deste ano teve o tema: 30 anos fazendo história: das primeiras lutas pelo direito de existir à construção de futuros sustentáveis.

“Temos que estar sempre preocupados e preocupadas em produzir mensagens que possam apontar caminhos para o nosso futuro”, justifica Cláudio Nascimento.

“O futuro precisa ser diverso, plural, precisa incorporar as discussões de sustentabilidade ambiental, compreender questões específicas da agenda de lésbicas, agenda de pessoas trans, da agenda de pessoas com deficiência, de famílias, de pessoas idosas”, completa o organizador.

Artistas e serviços

Os trios elétricos ofereceram ao público a performance de DJs e artistas como Daniela Mercury, Grag Queen, Aretuza Lovi, Diego Martins e Diego Martins. Houve ainda espaço para cerca de 100 artistas da comunidade LGBTI+ carioca.

Além da mistura de ritmos e agitação teve espaço para mobilização, orientação e prestação de serviços relacionados à saúde e direitos da população LGBTI+.

Tendas ofereciam informações sobre prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (IST), distribuição de preservativos e material educativo.

O evento teve apoio da prefeitura do Rio de Janeiro, do governo estadual e do aplicativo de relacionamento LGBTI+ Grindr.

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Tentativas de fraudes com documentos mais que dobram de 2022 a 2025


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A consolidação do comércio on-line e das instituições financeiras digitais intensificou um dos crimes mais tradicionais da humanidade: golpes com documentos de terceiros. De 2022 a 2025, as tentativas de fraude documental no Brasil mais do que dobraram, saltando de cerca de 19 mil para mais de 51 mil no acumulado de 2025.Tentativas de fraudes com documentos mais que dobram de 2022 a 2025Tentativas de fraudes com documentos mais que dobram de 2022 a 2025

A conclusão consta de levantamento da Caf, empresa especializada em verificação inteligente de documentos. Os dados mostram uma escalada contínua do problema.

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•     2022: mais de 19 mil tentativas;

•     2023: mais de 66 mil;

•     2024: mais de 37 mil;

•     2025: mais de 51 mil (no acumulado do ano).

CNH: documento preferido

Segundo a empresa, a carteira de identidade permanece como o documento mais visado. Em 2025, 84% das tentativas de fraude envolveram o Registro Geral (RG), que continua sendo amplamente utilizado e tem grande variedade de versões em circulação. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) também registrou aumento na participação das fraudes, passando de 8% dos casos em 2022 para 14% em 2025.

Para o diretor de tecnologia da Caf, José Oliveira, a multiplicidade de modelos de RG ainda presentes no país amplia o risco de manipulação, num cenário em que a Carteira de Identidade Nacional (CIN) está sendo adotada de forma escalonada. Ele afirma que soluções tecnológicas vêm se tornando essenciais para detecção de irregularidades.

“O Brasil convive com inúmeras versões de RG em circulação, o que amplia a superfície de fraude. Isso torna inviável depender apenas de inspeção visual ou de processos manuais”, enfatiza.

Oliveira explica que sistemas baseados em inteligência artificial conseguem identificar sinais de adulteração digital com maior precisão, mas destaca que a combinação entre tecnologia e análise humana ainda oferece o índice mais elevado de eficácia, chegando a 98% de acerto na detecção de fraudes.

Análises

O levantamento utilizou uma tecnologia denominada Documentoscopia, que combina verificação automatizada, captura assistida, extração de dados por OCR (reconhecimento óptico de caracteres) e análise especializada. Apenas em 2025, mais de 11 milhões de documentos foram analisados pela plataforma da empresa.

Fundada em 2019, a Caf atua no desenvolvimento de tecnologias antifraude com soluções de verificação biométrica, reconhecimento documental e validação de identidade usadas principalmente em sites e aplicativos.

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Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras


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Brasília já está em marcha. Na próxima terça-feira (25), mulheres negras de todo o país marcharão na capital do país por Reparação e Bem Viver. Um dia gestado há, pelo menos dez anos, quando aconteceu a Primeira Marcha Nacional das Mulheres Negras.Brasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres NegrasBrasília se prepara para receber Marcha Nacional das Mulheres Negras

“Foi um marco histórico, considerando que foi a primeira marcha”, afirma a jornalista e militante do movimento negro, Jacira Silva.

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Naquele ano, cerca de 50 mil mulheres marcharam na Esplanada dos Ministérios sob o tema Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. Mulheres que vieram de várias partes do Brasil e que são esperadas, novamente, para ocupar as ruas da capital federal.

E por que as mulheres negras ainda marcham? Segundo as organizadoras do evento, ainda é preciso se mobilizar contra o racismo e o sexismo que marginalizam as mulheres negras.

Dados do Ministério da Igualdade Racial revelam que elas são o maior grupo populacional do Brasil. São cerca de 11,3 milhões de mulheres pretas e 49,3 milhões de pardas, totalizando 28% da população total.

Ser o grupo mais populoso de uma nação não significa proteção em relação a violências estruturais do nosso país. Historicamente, as mulheres negras acumulam os piores índices sociais.

Em 2022, por exemplo, sete anos após a primeira marcha nacional, a taxa de analfabetismo entre as mulheres negras era de 6,9%, o dobro da taxa de mulheres brancas (3,4%).

Elas marcham também pelos direitos dos povos tradicionais, pela preservação dos recursos naturais e de toda biodiversidade brasileira; por reparação histórica pelas dores geradas pela escravização; por um Estado que garanta os direitos de todas as pessoas; e por um modelo econômico sustentável e pelo Bem Viver.

Anfitriãs

Em Brasília, os espaços de mulheres negras estão se preparando há meses tanto para receber as participantes de outros Estados, quanto para mobilizar as mulheres que, cotidianamente, estão em contato com o trabalho realizado.

Um exemplo é a Casa Akotirene Quilombo Urbano, na Ceilândia Norte, que fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília e atende cerca de 250 mulheres, além de crianças e adolescentes que participam dos cursos e atividades culturais ofertados pelo espaço, que existe há sete anos.

Joice Marques preside a Casa e lembra que o espaço ainda não existia na época da primeira marcha. Ela destaca a importância e a alegria de poder marchar junto com as mulheres da Casa e as demais que virão à Brasília.

“A gente tem feito algumas atividades na casa, em parceria com as organizadoras da Marcha aqui no DF, em especial o pessoal da área da saúde mental”, conta.

“Pra gente é uma imensa alegria marchar com as mulheres da Casa Akotirene com as mulheres de tantos lugares do Brasil e de fora do Brasil também. Pra gente é um momento histórico, que diz que, de certa forma, estamos falando a mesma língua”.

Para ela, que está inserida no movimento negro fazendo parte do debate, estar com as mulheres da Casa tem um gosto especial. Isso porque, essas mulheres podem não estar dentro da academia, pensando o movimento de mulheres negras nas instâncias formais, mas estão dentro do território delas. “Também estão fazendo políticas de combate à violência, de combate ao racismo, com a sua comunidade, com a sua família”.

A casa e a rua

Na Casa Akotirene, as mulheres fazem cursos de informática, de costura, de música, de exercícios corporais, de tranças e, dessa forma, se descobrem negras.

“Eu sempre falo que, quando a gente está dentro da nossa casa, a gente é só uma pessoa, é só uma mulher. Quando a gente sai para rua, a gente já é uma mulher negra, então já tem uma subjetividade a mais para gente”, aponta Joice.

“E aí a gente vive tudo isso no racismo econômico, no racismo geográfico, no racismo dentro do mercado de trabalho. No racismo que tenta deslegitimizar a gente todos os dias, dizer que a gente não é capaz, que a gente não é intelectual suficiente. E eu acho que isso faz com que a gente entenda o quanto o racismo, a estrutura, ela é perversa”, conta a educadora popular e produtora cultural que nasceu no Piauí e cresceu nas periferias do Distrito Federal.

A gestora da Casa Akotirene se apresenta como uma continuidade, um sonho dos seus ancestrais, tendo esse projeto com as mulheres da comunidade como sua grande paixão. E sabe da importância de ocupar, coletivamente, as ruas.

Nas mãos, elas vão levar um estandarte, feito de forma coletiva, e que carrega os anseios e sonhos dessas e de tantas outras mulheres negras que estarão em marcha por reparação e bem viver.

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“Desenvolvimento chegando”, afirma Gladson ao inaugurar Ponte da Sibéria, em Xapuri

A inauguração da ponte da Sibéria, neste domingo (23), foi destacada pelo governador Gladson Cameli como um dos momentos mais simbólicos de sua gestão. Em coletiva de imprensa, Cameli afirmou que a entrega da obra representa o cumprimento de compromissos assumidos com a população e reforça o papel do governo estadual na integração das regiões do Acre.

“Desenvolvimento chegando”, afirma Gladson ao inaugurar Ponte da Sibéria, em Xapuri

Para o governador, ponte representa união, mobilidade e início de um novo ciclo de desenvolvimento no Acre/Foto: Juan Diaz, ContilNet

“É um dia de gratidão. Agradeço a Deus e ao povo que me confiou a oportunidade de governar por sete anos. Hoje entregamos mais do que uma ponte: garantimos o direito de ir e vir”, declarou.

A ponte Jamil Félix Bestene, conhecida como ponte da Sibéria, recebeu investimento total de R$ 47,6 milhões, sendo R$ 30,9 milhões de recursos próprios do governo e R$ 16,6 milhões destinados por emenda do senador Márcio Bittar. A estrutura, construída em concreto, possui 389 metros de extensão e inclui pavimentação, drenagem, sinalização e uma rotatória para organizar o fluxo viário.

Segundo o governador, o conjunto das obras reforça a segurança, melhora a mobilidade e fortalece a conexão entre diferentes municípios acreanos. Cameli destacou o impacto regional da ponte, afirmando que a nova ligação marca um avanço histórico para Xapuri e para o Acre. Para ele, a obra simboliza a união entre cidades e comunidades.

“É a união do nosso estado. Essa ponte representa a integração das regiões e o desenvolvimento chegando para todos”, afirmou.

“Desenvolvimento chegando”, afirma Gladson ao inaugurar Ponte da Sibéria, em Xapuri

Ponte da Sibéria
Fotos: Pedro Devani/Secom

Durante a coletiva, o governador também agradeceu o apoio da bancada federal, da Assembleia Legislativa, dos prefeitos e da equipe técnica responsável pela execução. Cameli fez questão de mencionar a presidente do Deracre, Sula Ximenes, elogiando o trabalho conduzido pelo órgão.

“Sula é uma guerreira. É uma honra ver o que ela e toda a equipe realizaram nesta obra”, disse.

Gladson reforçou que a entrega da ponte simboliza o esforço coletivo da gestão para superar desafios e entregar melhorias concretas para a população. “Com união, nós vencemos. Essa ponte é para o povo acreano, para as famílias que esperaram por décadas. É desenvolvimento, é dignidade, é futuro”, concluiu.

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Bittar reage à prisão de Bolsonaro e fala em perseguição política: “Preso por crime que não cometeu”

O senador Márcio Bittar comentou, neste domingo (23), a decisão que resultou na prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante entrevista, Bittar classificou a medida como injusta e afirmou que Bolsonaro estaria sendo responsabilizado por um crime que, segundo ele, não cometeu.

Bittar reage à prisão de Bolsonaro e fala em perseguição política: “Preso por crime que não cometeu”

Parlamentar reforça apoio a Bolsonaro e diz acreditar que prisão será revista no futuro/Foto: Juan Diaz, ContilNet

O senador reiterou apoio ao ex-presidente e disse que continuará ao lado dele “independentemente do cenário político”. Bittar também mencionou que, na sua avaliação, não houve tentativa de golpe de Estado no país e que as acusações que embasam a prisão seriam infundadas.

Para ele, o episódio ainda será revisto no futuro. “A história não acabou. Nós teremos o amanhã e nos encontraremos no amanhã”, afirmou ao comentar que confia em uma reversão da situação.

Durante a entrevista, o senador foi questionado sobre relatos de que Bolsonaro poderia ter tentado fugir antes da decisão judicial. Bittar negou essa possibilidade e reforçou que, na sua visão, o ex-presidente está sendo alvo de perseguição política. “Bolsonaro está preso por um crime que não cometeu”, declarou.

Mesmo com críticas à decisão judicial, Bittar afirmou que continuará concentrando parte de sua atuação parlamentar na garantia de recursos para obras estruturantes no Acre, reforçando que o momento político não afetará suas agendas voltadas ao desenvolvimento regional.

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Senador afirma que recursos já estão garantidos e que projeto seguirá para as fases formais de execução pelo governo do Acre/Foto: Juan Diaz, ContilNet

Márcio Bittar confirma liberação de emenda para construção da segunda ponte de Brasiléia

O senador Márcio Bittar confirmou, em entrevista neste domingo (23), durante a inauguração da Ponte da Sibéria, em Xapuri, que contou com emenda destinada pelo parlamentar, que a emenda destinada à construção da segunda ponte de Brasiléia já está liberada. Segundo ele, o recurso está garantido e o projeto deve avançar para as próximas etapas formais necessárias para que a obra seja executada pelo governo do Acre.

Senador afirma que recursos já estão garantidos e que projeto seguirá para as fases formais de execução pelo governo do Acre/Foto: Juan Diaz, ContilNet

Questionado sobre assuntos nacionais, o senador também comentou o atual cenário político, mas reforçou que, independentemente das disputas e divergências, a liberação da emenda para Brasiléia representa, segundo ele, um compromisso com o desenvolvimento da região do Alto Acre.

“A ponte está assegurada. A emenda está liberada. É uma obra importante para o município e para o fluxo de quem depende daquela travessia”, afirmou.

Bittar destacou que a segunda ponte é considerada estratégica para melhorar a mobilidade urbana e facilitar o deslocamento de moradores, comerciantes e veículos que circulam diariamente entre Brasiléia e Epitaciolândia. Ele acrescentou que a estrutura também deve reduzir congestionamentos e ampliar a capacidade de escoamento econômico da região.

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Com 26 espécies catalogadas, Acre concentra quase 50% da fauna nacional de carrapatos

Dados divulgados em um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac), publicado em setembro deste ano, revelam que metade de todas as espécies de carrapatos já registradas no Brasil. Com os novos dados levantados, o país contabiliza atualmente 78 espécies, das quais 26 ocorrem em território acreano, o equivalente a 48% da fauna brasileira.

Com 26 espécies catalogadas, Acre concentra quase 50% da fauna nacional de carrapatos

O levantamento percorreu diferentes municípios do Acre, entre os anos de 2018 e 2022 | Foto: Simone Tojal

No contexto global, esse número ultrapassa 940 espécies. Entre os achados, está o primeiro registro no Brasil da espécie Amblyomma crassum, antes conhecida apenas na Colômbia, além da identificação da Haemaphysalis juxtakochi no estado.

O levantamento percorreu diferentes municípios do Acre, entre os anos de 2018 e 2022, reunindo exemplares encontrados tanto no ambiente quanto em hospedeiros variados, como anfíbios, aves, répteis e mamíferos. Essa abordagem ampla permitiu observar relações ecológicas até então desconhecidas entre carrapatos e animais silvestres.

A pesquisa também contou com a parceria da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP).

Além do mapeamento das espécies, os cientistas investigaram a presença de Rickettsia, grupo de bactérias responsável por doenças como a febre maculosa, e registraram conexões inéditas entre carrapatos e aves, um elo pouco documentado até então.

Segundo a pesquisadora Simone Delgado Tojal, ao Portal Amazônia, os carrapatos, perdendo apenas para os mosquitos, estão entre os principais vetores de doenças que atingem humanos e animais. Entre as enfermidades associadas, estão a febre maculosa, erliquiose e babesiose.

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