A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) investiga todas as circunstâncias envolvendo o assassinato de um servidor da Prefeitura de Estrela Dalva, na zona da mata mineira. A vítima foi encontrada morta em um quarto de motel na MGC-393, em Pirapetinga, na altura do Bairro Santo Antônio, na manhã do último sábado (22/11).
A vítima, de 37 anos, estava hospedada no local acompanhada de um homem de 29 anos, que acabou preso após confessar o homicídio. Segundo informações da Polícia Militar, o proprietário do motel estranhou quando percebeu que um dos hóspedes havia deixado o estabelecimento, enquanto o outro permanecia no quarto. Após chamar diversas vezes sem obter resposta, o dono decidiu entrar e encontrou o servidor deitado na cama, sem sinais de vida.
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A Polícia Civil foi acionada e realizou a perícia preliminar. Durante os trabalhos, os investigadores apontaram aos militares quem seria o possível autor do crime e indicaram o endereço onde ele poderia ser encontrado. A PM foi até o local e avistou o suspeito na rua. Ao notar a presença da viatura, ele correu para dentro de casa e se trancou em um cômodo. O pai do rapaz atendeu aos policiais e informou sobre a atitude do filho, que acabou localizado e detido.
Confissão
Durante o interrogatório, o homem confessou o crime. Ele relatou que os dois consumiram grande quantidade de bebida alcoólica e cocaína no quarto do motel. Segundo sua versão, a vítima teria se irritado após ele não conseguir manter relação sexual. Durante a discussão, o suspeito aplicou um golpe de “mata-leão” no servidor.
Ao perceber que o servidor havia morrido, o homem afirmou ter entrado em desespero. Ele contou que tentou apagar vestígios da cena recolhendo latas, garrafas e objetos usados para consumo de drogas. Em seguida, deixou o local enrolado em uma toalha e tentou esconder o rosto. Na portaria, afirmou ao funcionário que estava indo embora e que o outro hóspede pagaria a conta ao sair.
O suspeito também revelou ter levado a bolsa e o celular da vítima, que posteriormente jogou em um rio na tentativa de eliminar provas. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Delegacia da Polícia Civil em Leopoldina.
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