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Notícias

Empresa usada em esquema de cigarro falso movimentou R$ 70 mi, diz MPF

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A investigação conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da operação Libertatis, que apura a produção de cigarros falsificados no Rio de Janeiro e o uso de mão de obra escrava, mostra que somente uma das empresas de fachada ligadas ao grupo movimentou cerca de R$ 70 milhões em um curto período 10 meses, em 2020.

A denúncia contra 36 investigados aponta que a movimentação se deu em contas bancárias, e também com um grande volume de transações envolvendo dinheiro em espécie.

Segundo a investigação, o grupo atuava de forma organizada e em núcleos. O uso de empresas de fachada era usado para despistar o envolvimento dos integrantes no esquema. Elas emitiam, por exemplo, notas frias e atuavam no braço responsável por lavagem de dinheiro.

O grupo sob suspeita, para o MPF, tem um perfil armado e transnacional, uma vez que os produtos dos crimes foram destinados, em grande parte, ao exterior.

A investigação é conduzida pela Unidade Nacional de Enfrentamento ao Tráfico Internacional de Pessoas e ao Contrabando de Migrantes (UNTC) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF.

Ela foi instaurada a partir de denúncia sobre o uso de mão de obra escrava em fábricas de cigarro clandestinas. As investigações mostram que a organização operava em pelo menos três endereços nas cidades de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense, e em Paty de Alferes, na região serrana do estado.

Como mostrou a coluna, o MPF denunciou 36 pessoas pelo esquema, e a acusação foi recebida pela Justiça Federal, tornando-os réus.

Um dos denunciados é o bicheiro Adilsinho, que está foragido. Em março, a PF prendeu seu nº2, Luis Verdini, que atuava como assessor do bicheiro e é apontado pela investigação, inclusive, como gerente administrativo da principal empresa de fachada.

Com isso, os suspeitos vão responder pelos crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas, redução à condição análoga à de escravo, contrabando, falsificação de documentos, uso de substâncias nocivas à saúde pública, crimes contra as relações de consumo, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

MPF Bolsonaro fuzil

Trabalho escravo

Segundo o MPF, o grupo se organizava em núcleos que incluía a divisão entre líderes do esquema, pessoas dedicadas à lavagem de dinheiro, os gerentes de fábricas, fornecedores de bens, os comerciantes e um traficante de pessoas responsável por aliciar paraguaios.

As investigações revelaram ainda a cooptação de agentes públicos, responsáveis por garantir a segurança privada dos envolvidos.

Durante as apurações, os investigadores encontraram, nas três fábricas do grupo, 49 trabalhadores paraguaios vítimas de tráfico de pessoas, em condições degradantes e situação similar à de escravo.

Os trabalhadores paraguaios eram especializados na produção de cigarros, e foram trazidos do país vizinho mediante fraudes, falas promessas de emprego e ameaças, o que caracteriza o crime de tráfico de pessoas. O MPF aponta que eles foram submetidos, por exemplo, a jornadas exaustivas e restrição da liberdade de locomoção.

14 de junho de 2025 0 comentários
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justica-torna-36-denunciados-em-reus-por-producao-de-cigarros-falsos-no-rj
Notícias

Justiça torna 36 denunciados em réus por produção de cigarros falsos no RJ

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A Justiça Federal no Rio de Janeiro aceitou denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) ontra 36 pessoas no âmbito da operação Libertatis, que investiga uma organização criminosa suspeita de tráfico de pessoas e produção ilegal de cigarros no Rio de Janeiro.

Os denunciados agora viraram réus e responderão pelos crimes de organização criminosa, tráfico de pessoas, redução à condição análoga à de escravo, contrabando, falsificação de documentos, uso de substâncias nocivas à saúde pública, crimes contra as relações de consumo, lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva.

Dentre os acusados está o bicheiro Adilsinho, que está foragido.

A investigação começou a partir de uma denúncia sobre uso de mão de obra escrava em fábricas de cigarro clandestinas e é conduzida pela Unidade Nacional de Enfrentamento ao Tráfico Internacional de Pessoas e ao Contrabando de Migrantes (UNTC) em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF.

Segundo o órgão, todos os denunciados estavam envolvidos de alguma forma com um esquema de produção e venda de cigarros falsificados em municípios do Rio de Janeiro. Nas três fábricas mantidas pelo grupo, em cidades diferentes, foram encontrados 49 trabalhadores paraguaios vítimas de tráfico de pessoas.

A apuração até agora aponta que o grupo operava nas cidades de Duque de Caixas, na Baixada Fluminense, e de Paty de Alferes, na região serrana do estado e aponta que todos os trabalhadores estavam submetidos a condições degradantes, como jornadas exaustivas e restrição da liberdade de locomoção, e se encontravam em situação similar à de trabalho escravo.

Os cigarros eram distribuídos sobretudo na Baixada Fluminense a preços abaixo dos praticados no mercado, o que garantia o monopólio. Além disso, a organização atuava como milícia e impunha a distribuição do produto a comerciantes por meio de dominação armada de territórios.

De acordo com a denúncia, os paraguaios eram especializados na produção de cigarros e foram trazidos do Paraguai para o Brasil mediantes fraudes, falas promessas de emprego e ameaças, o que caracteriza o crime de tráfico de pessoas.

A denúncia também destrincha como a organização funcionava por meio de núcleos, que se dividiam entre os líderes do esquema, aqueles que se dedicavam à lavagem de dinheiro, os gerentes das fábricas, fornecedores de bens, comerciantes e um traficante de pessoas responsável por aliciar os paraguaios.

O grupo também usava empresas de fachada vinculadas aos integrantes. Segundo o MPF, somente uma dessas empresas teria movimentado R$ 70 milhões no período de 10 meses, em 2020. Muitas das transações também envolviam dinheiro em espécie.

As investigações revelaram ainda a cooptação de agentes públicos, responsáveis por garantir a segurança privada dos envolvidos. Para o MPG, o grupo teria perfil armado e transnacional, já que os produtos foram destinados, em grande parte, para fora do Brasil.

Ainda segundo a investigação, os produtos produzidos nas fábricas clandestinas não seguiam padrões de composição, regras sanitárias, dentre outros regulamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nesse sentido, explica o órgão, os cigarros seriam ainda mais nocivos à saúde do consumidor.

O recebimento da denúncia é mais um passo da operação Libertatis que, no final de março, prendeu 12 pessoas. Como mostrou a coluna na época, dentre elas estava Luis Verdini, apontado como nº 2 do bicheiro Adilsinho no esquema.

Segundo as apurações, ele era um “braço direito” de Adilsinho, atuando como assessor e sendo uma espécie de ponte entre o bicheiro e os negócios no Brasil.

14 de junho de 2025 0 comentários
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“tortura-e-morte”:-mae-acredita-que-corpo-de-filho-foi-mudado-de-lugar
Notícias

“Tortura e morte”: mãe acredita que corpo de filho foi mudado de lugar

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A morte de Pheterson de Fátima Rodrigues (foto em destaque), jovem encontrado morto aos 20 anos no núcleo rural Capão Comprido, em São Sebastião, ainda é cercada pelo mistério. A mãe dele, a diarista Simone de Fátima, 42 anos, acredita que o garoto foi torturado em uma chácara e levado para outra propriedade depois de falecer. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) ainda não se manifestou sobre as informações.

4 imagensPheterson de Fátima Rodrigues, 20 anosCorpo foi encontrado em São Sebastião, na terça-feira (10/6)Ele estava desaparecido há 3 diasFechar modal.1 de 4

Pheterson foi encontrado morto nesta semana

Material cedido ao Metrópoles2 de 4

Pheterson de Fátima Rodrigues, 20 anos

Material cedido ao Metrópoles3 de 4

Corpo foi encontrado em São Sebastião, na terça-feira (10/6)

Arquivo Pessoal4 de 4

Ele estava desaparecido há 3 dias

Arquivo Pessoal

O corpo de Pheterson foi encontrado na terça-feira (10/6), em uma chácara na quadra 01 do Capão Comprido. A mãe, Simone, acompanhou o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e a Polícia Militar (PMDF) nas buscas.

De início, a procura por Pheterson se concentrou em uma chácara onde supostamente havia vestígios de sangue e resquícios de roupas masculinas, mas o corpo dele foi encontrado em outra propriedade localizada a 400 metros. Para a mãe, o jovem foi torturado e morto na primeira residência e levado à segunda para ocultação do cadáver.

“Foi ali [na primeira chácara] o último suspiro do meu filho, eu tenho certeza. Vimos vestígios de sangue e parte da bermuda dele na cerca de arame”, relembra Simone de Fátima.

A mulher diz ainda que, durante as buscas, chegou a ver funcionários cavando um buraco nessa primeira chácara. “Ou o meu filho estava enterrado ali antes, ou eles iriam enterrá-lo. Aquilo não era uma horta, como chegaram a me afirmar. Eu trabalhei com hortaliças e sei que elas não nascem em um solo seco como aquele”, declara.

Simone foi a primeira familiar a ver o corpo de Pheterson. “Ele estava em um estado deplorável, maltrataram demais o meu filho”, afirmou, em prantos. “Não dá para mensurar a dor que ele sentiu.”

Simone tem convicção de que o filho foi morto de maneira brutal, mas não sabe quem pode ter cometido o crime e nem qual a motivação para tal. Ela chegou a conversar com um amigo de Pheterson, e esse garoto, que é menor de idade, mencionou que devia dinheiro a ele. “Esse colega chegou a me falar que furtou a bicicleta do próprio avô para vender e pagar o Pheterson, mas não sei se isso tem relação [com a morte]. Eu fui com ele até a chácara onde o Pheterson teria passado e, chegando lá, ele começou a chorar muito e falar: ‘Eu não sei, tia, eu não sei’, recorda.

Agora, Simone anseia por um retorno da PCDF, que investiga o caso. Nesta sexta-feira (13/6), a corporação afirmou para a família que foram encontradas “lesões típicas de choque elétrico” no peito e em um dos braços de Pheterson, mas que não há fios soltos nas chácaras próximas ao local onde o rapaz foi encontrado.

“Eu só preciso de resposta, não sei por que tanta maldade”, clama a mãe. “Está tudo muito estranho.”

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Entenda as reviravoltas e veja o que ainda falta saber sobre o caso

  • Pheterson foi visto pela última vez no sábado (7/6). Desde então, Simone o procurava pelas ruas e pedia ajuda nas redes sociais;
  • O corpo do rapaz foi encontrado na terça-feira (10/6), em uma chácara na quadra 01 do Capão Comprido;
  • Após a divulgação do caso, levantou-se a suspeita de que Pheterson teria sido vítima de homicídio. Até que, na quinta-feira (12/6), surgiu a hipótese de choque elétrico;
  • A mãe, então, em entrevista ao Metrópoles, afirmou que Pheterson pode ter sido, sim, vítima de choque, mas como método de tortura. Policiais confirmaram à família que o jovem tinha “lesões típicas de choque elétrico” no peito e em um dos braços;
  • A causa da morte ainda não foi confirmada pela PCDF. Também não se sabe se Pheterson foi torturado antes de morrer;
  • Também não há informações acerca de suspeitos e nem sobre a motivação do crime.

Atencioso e querido

Simone dribla a emoção para descrever o filho como um rapaz “atencioso e querido”. “Ele era muito carinhoso e atencioso. Era querido por todos lá no Capão [Comprido]. Uma ex-professora dele chegou a comentar comigo que não acreditava que aquilo havia acontecido”, descreve Simone.

Pheterson morava com o pai em São Sebastião há cerca de dois anos, mas sempre ia visitar a mãe, que mora no Entorno do DF. “Nosso convívio era muito bom. Eu tenho mais dois filhos, ele era o do meio. Minha caçula está detonada, sentindo muita falta dele.”

“Não vou mais abraçar e ouvir a voz do meu filho, isso dói demais.”

O caso é investigado pela 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião). Em nota, a PCDF afirmou que “os laudos periciais ainda não estão concluídos e o delegado só se pronunciará quando encerrar as investigações”.

14 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Cronograma de escola cívico-militar atrasa e incomoda base de Tarcísio

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A menos de dois meses da data anunciada pelo governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) para o início do programa Escola Cívico-Militar na rede estadual de ensino, a Secretaria da Educação ainda não selecionou os policiais militares que vão atuar nas escolas, nem publicou o edital sobre como será feita a escolha dos agentes.

O atraso no cronograma para a implantação do projeto tem incomodado a base bolsonarista de Tarcísio, que receia que a iniciativa esteja sendo desidratada antes de sair do papel.

Calendário atrasado

  • Em março, quando a gestão retomou as consultas públicas sobre o programa em 300 escolas estaduais, o governo afirmou para a direção dos colégios que a seleção dos PMs seria feita entre a segunda quinzena de abril e o mês de maio.
  • Segundo a previsão anterior da gestão, em junho os agentes selecionados participariam de uma capacitação ao lado de diretores e vice-diretores das escolas alvo do programa.
  • O início oficial do modelo nas 100 escolas estaduais está previsto para o dia 28 de julho, quando começa o segundo semestre do ano letivo na rede.

4 imagensGovernador Tarcísio de Freitas discursa durante cerimônia de lançamento da Frente Parlamentar das Escolas Cívico-MilitaresEscolas cívico-militares são criticadas por especialistasPrograma de escolas cívico-militares do governo federal foi  encerrado pelo governo Lula em 2023Fechar modal.1 de 4

Tarcísio enviou projeto das escolas cívico-militares à Alesp em março de 2024

Divulgação / Governo de SP2 de 4

Governador Tarcísio de Freitas discursa durante cerimônia de lançamento da Frente Parlamentar das Escolas Cívico-Militares

Vinícius Schmidt/Metrópoles3 de 4

Escolas cívico-militares são criticadas por especialistas

Vinícius Schmidt/Metrópoles4 de 4

Programa de escolas cívico-militares do governo federal foi encerrado pelo governo Lula em 2023

Governo de Goiás/Divulgação

Em maio, a reportagem do Metrópoles questionou a Secretaria da Educação sobre o tema e solicitou detalhes sobre os critérios da seleção. Em nota na época, a pasta disse que as informações sobre o processo seletivo para os PMs, como etapas e número de vagas, seriam publicadas em um edital “nas próximas semanas”, o que ainda não aconteceu.

Aliados do governo criticam a demora envolvendo a contratação dos policiais e falam em uma possível desidratação do projeto dentro do próprio governo, feita pela área técnica da Secretaria da Educação.

O grupo receia que a gestão estadual coloque um número de militares abaixo do esperado para atuar nas escolas, o que poderia frustrar a expectativa bolsonarista para os resultados do programa.

Nos bastidores, existe a percepção de que o governo está usando como parâmetro o modelo adotado no Paraná, estado onde o secretário Renato Feder implementou o programa Cívico-Militar em 2020, quando chefiava a pasta da educação.

Na visão de alguns defensores da iniciativa, isso poderia diminuir a dimensão e os possíveis impactos que o programa poderia ter em São Paulo, diante das diferenças demográficas, sociais e educacionais entre os dois estados.

Outro lado

O Metrópoles questionou a Secretaria da Educação sobre o atraso no cronograma de implantação. Em nota, a pasta disse que o edital para a seleção de policiais militares será publicado no Diário Oficial na próxima semana e apresentará os critérios de seleção, remuneração e alocação dos profissionais por unidade escolar.

“Os selecionados passarão por capacitação obrigatória, com carga horária mínima de 40 horas, oferecida pela EFAPE [Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação] em parceria com a Secretaria da Segurança Pública. A formação abordará temas como ambiente escolar, cultura de paz, segurança, aspectos legais e psicologia”, diz o texto.

“A Seduc-SP tem plena consciência da responsabilidade envolvida e da necessidade de garantir a excelência em todas as fases. O processo é conduzido com rigor técnico, responsabilidade institucional e estrita observância aos marcos legais e administrativos, assegurando que o modelo atenda plenamente às expectativas da sociedade e da comunidade das 100 unidades escolares que optaram pela adoção do modelo”, termina a nota.

Como serão escolas cívico-militares em SP

  • No segundo semestre deste ano, 100 escolas estaduais que vão adotar o modelo cívico-militar. Duas delas ficam na capital paulista, outras 17 em cidades da região metropolitana, e as demais estão no litoral e no interior do estado.
  • Policiais militares serão contratados para atuar como monitores nas unidades. Eles serão responsáveis por atividades extracurriculares e fiscalizarão a aplicação de regras de disciplina criadas para os alunos.
  • Os estudantes terão que usar uniforme. Meninos serão instruídos a cortarem o cabelo no estilo meia cabeleira (com nuca e laterais raspadas). As meninas deverão manter seus cabelos presos por meio de coque, tranças ou rabo-de-cavalo. Adereços como “tererê” são contraindicados e riscos na sobrancelhas são proibidos.
  • Os alunos que não cumprirem as regras vão perder “pontos” e poderão ser punidos com advertência verbal, alteração de turma, além de ter a mudança de escola solicitada pela direção.
  • As aulas permanecerão sob a responsabilidade dos professores.

 

14 de junho de 2025 0 comentários
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extradicao-e-prisao:-os-cenarios-possiveis-ao-futuro-de-zambelli
Notícias

Extradição e prisão: os cenários possíveis ao futuro de Zambelli

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

A decisão tomada pela deputada federal licenciada Carla Zambelli, após ser condenada a 10 anos de prisão em regime fechado pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), abriu uma caixa de Pandora que pode desencadear cenários árduos para seu futuro no âmbito da Justiça.

Nessa quinta-feira (12/6), o Brasil formalizou o pedido de extradição da condenada. A Itália, no entanto, pode se valer do tratado que tem com o país sul-americano para negar a extradição.

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Para clarear o assunto, a coluna conversou com Eduardo Maurício, advogado criminalista Internacional, Mestre em Direito pela Universidade de Coimbra, Doutorando em Direito pela Universidade de Salamanca e especializado em extradição.

Ele relembrou que, à época que Zambelli foi condenada, ela não estava proibida de deixar o Brasil e tinha seu passaporte consigo. “Após a sentença, a deputada pediu licença de 127 dias de seu mandato e foi para a Itália. Diante disso, o ministro Alexandre de Moraes entendeu que ela estava se evadindo da aplicação da lei penal”, destacou.

“Nesse caso, Alexandre de Moraes entendeu que, diante da fuga, havia risco acerca da aplicação da lei penal, então decretou prisão preventiva. Como ela estava fora do país, ocorreu a inclusão de seu nome na Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal)”, explicou.

Com a inclusão de Zambelli na lista da difusão vermelha do órgão internacional, Zambelli foi formalmente declarada foragida pelo Brasil. Com dupla cidadania italiana, a solicitação de sua transferência abriga peculiaridades.

Os vários cenários

Segundo o especialista, Zambelli pode ser presa a qualquer momento em território italiano. Algemada, a deputada passará por uma audiência de custódia, em que a Justiça italiana analisará se ela preenche os requisitos para continuar respondendo ao processo de extradição.

“Não se trata de prisão preventiva, mas de detenção no âmbito do processo de extradição. Nessa audiência, ela vai responder se consegue provar que não fugirá da Itália no curso do processo de extradição”, explicou.

Como cidadã italiana, a defesa de Zambelli, muito provavelmente, na visão do advogado, deve pleitear para que ela responda em liberdade.

“Em paralelo, a partir do dia que ela for presa ou notificada formalmente da extradição, iniciará um processo no qual será garantida a ampla defesa e o contraditório, apresentando o que a gente chama de oposição à extradição. Nessa fase, ela poderá discutir as questões do tratado, apontar observações da lei de imigração e poderá pleitear para que seja negada a extradição”, detalhou.

Apresentada a defesa, o juiz italiano decidirá se Zambelli deve ser extraditada ou se há alguma razão que impeça a transferência.

O especialista citou um caso em que a Itália optou por não transferir um brasileiro, também com dupla cidadania.

“Recentemente, uma decisão de 2019, na qual o extraditando, também brasileiro, e tinha dupla cidadania, negou a extradição dele porque os procuradores verificaram que, no consulado, ele estava sofrendo tratamento desumano e degradante. Isso foi usado no acórdão do tribunal de Turim para fundamentar a negativa de extradição.”

Maurício destacou que, em casos de dupla cidadania, a Itália tem a liberdade de decidir extraditar ou não. “Quando a extradição é negada, a pessoa fica em liberdade e não pode sair do país, uma vez que continuará vigorando o alerta na Interpol”, explicou.

Caso o país europeu decida pela extradição, a Polícia Federal buscará Zambelli e a trará para o Brasil, onde será colocada em regime fechado.

“Se ela não for extraditada, o Brasil ainda pode mandar a sentença condenatória para ser homologada na Itália para que ela cumpra a pena a partir da legislação italiana”, lembrou.

Apesar disso, a Itália também tem a autorização para negar a transferência da execução penal, uma vez que Zambelli terá, mais uma vez, chance de se defender.

“O tratado prevê que se uma pessoa sofre violação do seu direito de defesa, a Itália pode reabrir o mérito do processo e julgá-la novamente, a partir da legislação do país europeu, com base nas provas que o Brasil enviar”, disse.

Além disso, o especialista sinalizou que Zambelli pode apresentar defesa à Comissão de Controle dos Arquivos da Interpol (CCF) — órgão  que garante que o processamento de dados pessoais pelo organismo internacional esteja em conformidade com as normas aplicáveis.

“Ela pode fazer uma denúncia na Corte Interamericana de Direitos Humanos ou até mesmo Tribunal europeu, denunciando o Brasil por, por exemplo, a questão da prisão degradante. Ela pode se defender em vários cenários”, pontuou.

Todo o processo citado pelo especialista pode levar de 6 meses a um ano para ser finalizado, incluindo recurso. Após isso, em caso de extradição, há, ainda, o período de um mês até que a entrega do condenado seja feita ao outro país.

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto2 de 4

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 4

Hugo Barreto/Metrópoles4 de 4

Reprodução/Twitter

14 de junho de 2025 0 comentários
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Notícias

Mesmo após denúncias, TCB mantém contratos com empresas familiares

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Em ao menos três denúncias, o Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPC) apontou a existência de um “suposto grupo econômico” comandando contratos milionários com a Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB).

Em um documento, encaminhado ao Tribunal de Contas do DF (TCDF), em maio de 2025, o órgão fiscalizador indicou um suposto “conluio” ocorrendo em licitações organizadas pela TCB, o que tem ocasionado possível “quebra da isonomia no certame” e o descumprimento do “caráter competitivo” ainda em sua “fase preparatória”.

“O possível caráter fraudulento das empresas que concorreram e firmaram contratos junto ao Poder Público demonstra que o suposto grupo econômico, formado por empresas societárias de transporte escolar, permanece atuando no âmbito do Distrito Federal”, ressaltou o Ministério Público de Contas.

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A denúncia faz parte de uma representação que analisou dois contratos firmados pela TCB com a Rodoeste Transporte e Turismo LTDA, em 2024. Segundo o Portal da Transparência, figuram como sócios da Rodoeste o empresário Pedro Henrique Veiga de Oliveira e Ana Rosa de Oliveira.

Pedro é filho do também empresário Ronaldo de Oliveira – condenado por integrar um esquema de lavagem de dinheiro público. Ana, por sua vez, é mãe de Ronaldo.

A segunda empresa a oferecer o menor preço no contrato emergencial foi a Izabely Transportes e Comércio de Alimentos. A companhia pertencente a Izabely de Paula Costa, cunhada de Pedro Henrique e nora de Ronaldo.

“Há anos, a alternância de empresas responsáveis pelo serviço de transporte estudantil no DF se limita àquelas frequentemente questionadas pela Corte de Contas. Os motivos são semelhantes: redução da competitividade, evidenciada pela presença de vínculos de parentesco entre membros dos quadros societários e envolvendo parte considerável das empresas interessadas nos processos de contratação”, detalhou o MPCDF.

Contratos em família

Desde 2023, o Metrópoles tem denunciado o controle de contratos milionários na TCB por parte de empresas familiares. À época, ao menos oito empresários do ramo de transportes, com sobrenomes semelhantes, certo grau de parentesco ou até mesmo sociedades firmadas, foram contemplados em licitações com a pasta.

Além da Rodoeste e da Izabely Transportes, pertencentes a parentes de Ronaldo, a Oliveira Transportes e Turismo – gerida por Soraya Gomes da Cunha, esposa do empresário – também mantém licitação com a pasta.

“A violação aos princípios que norteiam a Administração Pública, especialmente a isonomia, a impessoalidade, a ampla competitividade, o interesse público, a legalidade e a moralidade, ocorre de maneira grave quando empresas com quadros societários compostos por parentes participam do mesmo processo licitatório”, disse o MPC.

Segundo o órgão fiscalizador, “a participação conjunta dessas empresas na licitação compromete, de forma direta, a integridade desses procedimentos e o alcance dos objetivos da Administração Pública, que visam garantir a escolha da proposta mais vantajosa para a sociedade”.

Vínculos com ex-presidente da TCB

Na mira de órgãos de fiscalização, a TCB era presidida pelo pastor Chancerley de Melo Santana até 5 de maio, quando ele pediu exoneração do cargo. A solicitação se deu dias após o Metrópoles noticiar que ele é réu por estupro de vulnerável.

Com passagens pelo serviço público, o líder religioso chegou a atuar no gabinete de um ex-deputado distrital, fundador da Coopercam. Essa empresa ganhou uma licitação da TCB durante a gestão de Chancerley. No mesmo período, inclusive, a companhia do filho do parlamentar firmou contrato milionário com a Sociedade de Transportes Coletivos.

Fundada pelo ex-distrital Valdelino Barcelos, a Coopercam foi contemplada em um processo licitatório, com assinatura do contrato em 2021 – quando o então parlamentar presidia a Comissão de Transporte e Mobilidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).

Atualmente, a Coopercam é dirigida por Edimar Rosa de Souza. Em outubro daquele ano, após ser destituído da Presidência da TCB, Chancerley se tornou secretário da comissão e, mais tarde, foi nomeado no gabinete de Valdelino, onde recebia salário superior a R$ 16 mil.

Na mesma licitação, uma empresa do filho de Valdelino, Flávio Rodrigues Barcelos, também foi contemplada: a FCB Transporte Logística. Além disso, uma segunda, vinculada a um parente de Edimar e registrada em nome de Wagner Rosa de Souza, a Natural Logística em Transporte LTDA., fechou contrato com a TCB na mesma data.

Em janeiro de 2023, Chancerley retornou à presidência da TCB, com remuneração básica de R$ 11.893. No mês seguinte, o pagamento subiu para R$ 12.742. Em maio, o vencimento chegou a R$ 18.040. Em agosto, um novo reajuste fez o salário chegar a R$ 22.550 – um aumento de 89,6% em oito meses.

Defesa

Após a publicação da reportagem, a TCB comunicou que “todas as contratações emergenciais citadas” se deram “em estrita observância à legislação vigente”.

“Especialmente no que dispõe a Lei nº 13.303/2016, […], que trata das hipóteses de dispensa de licitação em casos de emergência. As contratações foram fundamentadas em situação emergencial devidamente reconhecida e atestada pelas áreas técnica e jurídica da empresa”, ressaltou a companhia.

A TCB acrescentou que “os processos contaram com análise criteriosa das propostas apresentadas, com verificação da regularidade documental das empresas participantes por meio de bases oficiais”.

A empresa afirmou, ainda, que “não foram identificados impedimentos legais que inviabilizassem a celebração dos contratos”. “A TCB reafirma o compromisso com os princípios da legalidade, moralidade, impessoalidade e isonomia, bem como com a transparência e o interesse público.”.

“Até o momento, não há nos autos dos processos administrativos quaisquer indícios concretos de conluio entre empresas ou irregularidades que comprometam a lisura das contratações. Ressaltamos, ainda, que as empresas contratadas atuavam na prestação do serviço de transporte escolar no DF anteriormente à assunção dessa atribuição pela TCB, o que reforça a expertise e a capacidade operacional dos fornecedores selecionados”, finalizou.

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Notícias

Machonaria: 18 pastores expõem líder religioso após “sumiço” de R$ 500 mil

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

O movimento Machonaria Confraria Nacional de Homens enfrenta uma crise institucional após um grupo de 18 pastores anunciar renúncia coletiva aos cargos no último mês. Em carta divulgada nas redes sociais, ex-líderes do grupo evangélico alegam que a decisão foi motivada pela falta de transparência e a violação dos princípios da instituição por parte do presidente, o pastor brasiliense Anderson Silva.

O grupo evangélico tem abrangência nacional e é voltado para a formação de homens cristãos com base em 40 códigos de conduta. Descrito como o maior movimento de masculinidade da América Latina, segundo o próprio pastor, o movimento já teria impactado e transformado a vida de mais de 10 mil homens no quesito espiritual, moral e familiar.

Os relatos apontam uma série de práticas irregulares que, segundo os pastores, caracterizam má gestão dos recursos, confusão entre finanças pessoais e institucionais, e uso indevido de dados de terceiros para contratos e financiamentos.

Essa não é a primeira vez que o nome de Anderson está envolvido em polêmicas. Entre as principais, estão suas declarações consideradas machistas, ao afirmar que mulheres têm “potencial demoníaco”. No campo político, também gerou controvérsia ao fazer orações pedindo a “quebra da mandíbula de Lula”, o que resultou em investigação da Polícia Federal.

A Machonaria foi criada em 2018 com a intenção de incentivar ações como resgate da masculinidade bíblica, liderança familiar, generosidade, combate à pornografia e envolvimento em projetos sociais. Todavia, o hub social do Machonaria, situado em Samambaia Sul, estaria no epicentro da polêmica envolvendo a renúncia dos outros pastores do projeto, alegando supostos desvios de dinheiro e uma dívida que chegou a R$ 500 mil em maio deste ano.

Veja fotos do local: 

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De acordo com informações disponíveis no site da Machonaria, o hub social embarca 33 projetos ativos, dentre eles ações para ajudar pessoas autistas, famílias em vulnerabilidade social, pastores em depressão e até “resgate de ex-transexuais”. Contudo, ex-líderes do movimento expõem que apenas cinco projetos estavam em operação atualmente, sendo um deles a Casa do John John.

Em uma entrevista concedida no ano passado, Anderson chegou a afirmar que, por intermédio da Machonaria, ele havia arrecadado mais de R$ 626 mil para custear os projetos sociais em 2023. A associação à Machonaria, movimento liderado pelo religioso, pode variar de acordo com o perfil do interessado. Os valores vão desde R$ 100 para membros individuais, chegando a até R$ 1.000 no caso de empresas ou igrejas.

O racha institucional envolvendo as lideranças e o pastor Anderson Silva teria se iniciado diante da falta de prestação de contas do dinheiro que entrava e saía do hub social Machonaria. O grupo alega que nunca teve acesso à conta bancária da instituição e que a única pessoa responsável por movimentar o dinheiro seria o presidente.

Segundo os pastores, o dinheiro que entrava nos projetos sociais vinha através dos eventos promovidos pela Machonaria, além de campanhas, rifas, venda de Bíblias personalizadas e cursos.

“Começaram a chegar várias cobranças: aluguel atrasado, ordem de despejo, contas de energia que não eram pagas. Nós, então, fazíamos um rateio entre nós mesmos para conseguir pagar a energia elétrica. Em nenhum momento cogitamos a possibilidade de que pudesse haver algum desvio. Mas essas questões de contas em atraso e falta de pagamento foram se acumulando”, detalha o ex-vice-presidente da entidade, Radamés Morais.

Os atrasos nos pagamentos de contas e de salários dos funcionários vinculados aos projetos sociais teriam se agravado no início deste ano, mesmo com a instituição supostamente tendo receita para arcar com as dívidas em aberto.

“Surgiram cobranças vindas de diversas partes do Brasil, de pessoas com quem o Anderson havia feito orçamentos de serviços em nome da instituição e que não foram pagos. A única conclusão à qual pude chegar foi: se ele não está pagando nem as contas da própria instituição e ainda acumula boletos de fora, então estamos lidando com alguém que compra e não paga — em outras palavras, um caloteiro”, alega o ex-diretor administrativo do hub social, Jhonny Alves.

Férias, impostos, contratos…

De acordo com o grupo de pastores, também havia férias vencidas de funcionários sem pagamento, todos os impostos trabalhistas em aberto e até o próprio contador da instituição estava com valores em atraso. No entanto, o presidente não atendia aos pedidos dos diretores para quitar os débitos.

“A instituição entrou em uma crise financeira grande. Tivemos que reduzir o quadro de funcionários e suspender as operações. A bola de neve foi crescendo até o ponto que dissemos que precisávamos criar um plano de ação e fazer uma projeção financeira para quitar esses débitos. A resposta do Anderson foi sair dos grupos da diretoria sem dar nenhuma satisfação”, expõe Radamés.

Dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) indicam, ainda, que a Machonaria está inscrita na dívida ativa da União com um total de R$ 49.672,29 em débitos pendentes. Os valores inscritos referem-se a dívidas tributárias e previdenciárias.

A renúncia coletiva do grupo aconteceu em 19 de maio último. Em suas palavras, a atual direção se afastou da integridade e da essência que fundamentaram a própria instituição.

“Isso que aconteceu fere não só os princípios do instituto, como também a moralidade de tudo aquilo que nós pregamos. Para nós, o prejuízo está sendo moral, está sendo da nossa imagem e ao que estamos sendo vinculados”, argumenta o ex-vice-presidente.

Na carta, os pastores expressam seu pesar pela saída do grupo, mas reafirmam que a decisão é um ato de lealdade à missão original da Machonaria. Eles consideram insustentável continuar em cargos de representação quando a transparência e a prestação de contas estão comprometidas. “Nenhuma missão, por mais nobre que seja, pode existir sem verdade”, declararam.

O ex-vice-presidente também expõe que, antes da renúncia, tentaram uma reunião pessoalmente com Anderson, mas que não foram recebidos pelo líder. Sem esclarecimentos por parte do presidente, o coletivo de pastores questiona o real destino do dinheiro aplicado nos projetos sociais.

Embora reconheçam que o projeto trouxe impacto positivo e tenha ajudado muitas famílias, os ex-líderes denunciam a estrutura da Machonaria e cobram por uma auditoria.

“Eu me sinto em luto. Eu entreguei toda a minha vida, tudo o que eu tinha, inclusive recursos financeiros, acreditando que era de verdade. O negócio é que tá mais no discurso do que na prática”, desabafa o pastor Jhonny.

Diante do atual cenário de crise institucional, o pastor Anderson Silva anunciou em suas redes sociais a mudança do hub social Machonaria para o nome Instituto Família Silva. Para o grupo, a troca é vista como uma tentativa de se desvincular das dívidas e da repercussão negativa.

O outro lado

Procurado pela reportagem, o pastor Anderson Silva não se manifestou até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para futuros posicionamentos.

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Notícias

Quem é Xexênia, criminosa condenada por criptografar “salves” do PCC

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Além de organizar a distribuição dos celulares e chips para a cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC), Carla Riciotti Lima, de 36 anos, conhecida como Xexênia, também auxiliava na codificação de salves — mensagens com ordens dos chefões da facção — servindo como uma espécie de criptografia artesanal, usada para dificultar a compreensão dos diálogos, caso caíssem nas mãos de pessoas erradas.

Como mostrado pelo Metrópoles, ela foi condenada a 10 anos e três meses, em segunda instância, por coordenar a complexa rede de comunicação privada da cúpula do PCC — tanto atrás das grades como em liberdade — além de associação criminosa e levagem de dinheiro.

As mensagens “criptografadas” por Xexênia, de acordo com o Ministério Público de São Paulo (MPSP), eram posteriormente decodificadas, permitindo o entendimento de ordens, recados e esclarecimentos trocados entre a cúpula da facção. Esse método é chamado entre os criminosos de “bate-bolas”.

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Marcola: líder do PCC é levado a hospital de Base no DF sob forte esquema de segurança

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Quando estava em liberdade, Xexênia era integrante da Sintonia da Financeira Geral, setor da facção na qual coordenava as redes de comunicação fechadas do PCC.

“Carla [Xexênia] era a responsável pela aquisição de celulares em massa, pagos com recursos da organização criminosa”, diz trecho de denúncia da Promotoria, acrescentando que ela também resguardava as conversas dos chefões.

Orientada por “superiores” hierárquicos, ela também organizava planilhas, mencionadas inclusive em “bate-bolas”, em um dos quais constava como interlocutor Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue — na ocasião o número 1 da facção nas ruas.

Ele foi assassinado juntamente com Fabiano Alves de Souza, o Paca, em 15 de fevereiro de 2018, em uma reserva indígena em Aquiraz (CE) — iniciando aí uma crise interna entre as lideranças máximas da facção, cuja cúpula acabou rachando, como mostrado pelo Metrópoles.

Xexênia condenada em 2ª instância

  • Xexênia, foi condenada a 10 anos e três meses, em segunda instância, por coordenar uma complexa rede de comunicação privada da cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC).
  • Ela está atrás das grades desde 14 de setembro de 2020, quando celulares apreendidos em sua casa ajudaram a polícia a entender sua relação com os chefões da maior facção criminosa do país.
  • Denúncia do Ministério Público de São Paulo (MPSP), obtida pelo Metrópoles, afirma que a criminosa geria um esquema para adquirir, configurar e distribuir celulares, além de chips novos, à cúpula do PCC.
  • A troca dos chips, ainda de acordo com a Promotoria, seria constante, para dificultar a identificação e teor das conversas entre as lideranças da facção — tanto nas ruas como no sistema carcerário.
  • Os aparelhos distribuídos por Xexênia já contavam com uma agenda de contatos, para que os criminosos retomarem suas conversas, sem maiores dificuldades.

Gestora da comunicação

Xexênia está atrás das grades desde 14 de setembro de 2020, quando celulares apreendidos em sua casa ajudaram a polícia a entender sua relação com os chefões da maior facção criminosa do país. A denúncia do MPSP, obtida pelo Metrópoles, afirma ainda que a criminosa geria todo o  esquema para adquirir, configurar e distribuir os celulares, além de chips novos, à cúpula do PCC.

A troca dos chips, ainda de acordo com a Promotoria, seria constante, para dificultar a identificação e teor das conversas entre as lideranças da facção — tanto nas ruas como no sistema carcerário.

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Os aparelhos distribuídos por Xexênia já contavam com uma agenda de contatos, para que os criminosos retomarem suas conversas, sem maiores dificuldades.

A criminosa é uma peça importante na engrenagem do crime. Isso fica evidenciado em mensagens trocadas entre chefes da facção, os quais afirmam que ela “sabe mais das coisas [informações internas da cúpula] que muitos aí”. Por saber de detalhes e segredos trocados entre o mais alto escalão do PCC, os criminosos ressaltam que precisam “cuidar dela”.

Defesa

A defesa de Xexânia alegou ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que ela é uma “pessoa honesta”, afirmando não possuir vínculo com o mundo do crime.

Foi argumentado ainda que o apelido atribuído à Carla refere-se à outra pessoa.

Os itens apreendidos no dia da prisão de Carla, ainda afirmou a defesa, pertenciam ao companheiro dela, cuja condenação classificou como “injusta”.

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Notícias

Zambelli pode ou não ser extraditada para o Brasil? Entenda cenários

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Procurada por autoridades policiais italianas, a deputada licenciada Carla Zambelli (PL) pode ser presa nos próximos dias e, com isso, ter um pedido de extradição ao Brasil avaliado pelo governo da Itália, para onde a ex-aliada do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fugiu após um pedido de prisão preventivo contra ela ser feito pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Por ter nacionalidade italiana, no entanto, o entorno de Zambelli acredita que ela não poderá ser extraditada e aposta que a parlamentar conseguirá permanecer no país europeu, mesmo estando no alerta vermelho da Interpol, também após pedido de Moraes.

Na sexta-feira (13/6), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que espera que o governo italiano extradite a deputada o “mais breve possível” e citou que há precedentes fortes de cooperação entre Brasil e Itália. Além disso, segundo o ex-ministro do STF, diferente da Constituição brasileira, a italiana permite que cidadãos do país sejam extraditados.

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“Temos um tratado de cooperação. A dupla nacionalidade, tendo em conta aquilo que se encontra consignado no tratado, não impede a extradição, até porque, ao contrário do que acontece com a Constituição brasileira, a Constituição italiana não impede que cidadãos italianos sejam extraditados”, afirmou.

De acordo com especialistas ouvidos pelo Metrópoles, mesmo que Zambelli seja presa em solo italiano, sua extradição não é um processo automático e dependerá de uma avaliação da Justiça da Itália.

“O governo italiano não necessariamente é obrigado a extraditar a Carla Zambelli. Normalmente um país não extradita o seu próprio pro cidadão. Isso é uma regra. No entanto, apesar de a deputada ter o passaporte italiano e, portanto,  nacionalidade italiana, na Itália existe uma interpretação de nacionalidade primária e secundária”, explica Marcelo Crespo, coordenador do curso de Direito da ESPM.

O professor Wagner Menezes, do Departamento de Direito Internacional Comparado da USP, afirma que há uma “brecha” na legislação italiana, no sentido de que pedidos de extradição de italianos naturalizados podem ser reconsiderados. De acordo com o especialista, Zambelli também poderia alegar que seu processo é político, o que também poderia sensibilizar o governo e os legisladores do país.

“Todo pedido de extradição comporta uma discussão local. Temos os seguintes cenários: o governo brasileiro faz o pedido, a justiça italiana entende que não há indício de caso político, e sim um crime comum, e extradita a italiana naturalizada [Zambelli]. Ou a justiça italiana entende que existe crime político e, por isso, ela não será extraditada. Existem requisitos legais para a concessão ou não da extradição”, afirma Menezes.

Para Marcelo Crespo, no entanto, não há muita margem para Zambelli fazer um pedido de asilo político, situação que também tem sido aventada por aliados da deputada ouvidos pelo Metrópoles. A parlamentar foi condenada a dez anos de prisão por participar de uma invasão hacker nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Entendo que não há muito essa margem para ela fazer um pedido de asilo político em qualquer lugar que seja. Agora, o mundo está muito extremado e politizado. É possível que um país  que tenha um governo mais voltado à direita se disponha a conceder um asilo político numa interpretação mais forçada sobre isso, mas racionalmente falando, é mais difícil de acontecer”, explica.

Embora apoiadora de primeira hora do ex-presidente Jair Bolsonaro, Zambelli perdeu o apoio do clã ao longo do tempo.

Lewandowski pede extradição e cita caso Cesare Battisti

O ministro da Justiça citou o caso de Cesare Battisti, terrorista italiano condenado na Itália e que teve asilo político concedido pelo governo brasileiro no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2018, sob Michel Temer, o asilo foi retirado, a prisão de Battisti foi determinada pelo STF, e o decreto de extradição foi assinado pelo ex-presidente.

“Recentemente, o Brasil extraditou o Cesare Battisti para a Itália, e como neste campo impera o princípio da reciprocidade, nós esperamos que o governo italiano extradite essa senhora para o Brasil o mais breve possível”, disse Lewandowski.

Battisti foi capturado em 13 de janeiro de 2019 na Bolívia e extraditado diretamente para a Itália, onde foi levado para a prisão.

O caso Zambelli: da condenação até a fuga

  • Em 15 de maio, a Primeira Turma do STF condenou Zambelli por unanimidade a 10 anos de prisão e à perda de mandato por envolvimento na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • Em entrevista coletiva convocada por Zambelli após ser condenada, ela citou problemas de saúde e disse que não sobreviveria à cadeia. “Eu estou pegando vários relatórios dos meus médicos e eles são unânimes em dizer que eu não sobreviveria à cadeia”, afirmou.
  • Em 23 de maio, a defesa de Zambelli recorreu da decisão que a condenou e apresentou embargos declaratórios.
  • Em 25 de maio, a parlamentar deixou o Brasil por via terrestre pela fronteira com a Argentina, na região de Foz do Iguaçu (PR).
  • No sábado (7/6), o ministro Alexandre de Moraes determinou que o Ministério da Justiça formalizasse o pedido de extradição de Zambelli, que diz estar em Roma, na Itália.
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Notícias

Brasil detectou mil casos de ISTs entre crianças indígenas desde 2015

por Metrópoles 14 de junho de 2025
Escrito por Metrópoles

Nos últimos 10 anos, o Brasil registrou 1.044 casos de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) entre crianças indígenas, com idades entre zero a 15 anos. Os dados foram obtidos pelo Metrópoles por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

No caso da sífilis congênita, causada pela bactéria Treponema pallidum, a principal causa apontada pelo Ministério da Saúde é a transmissão vertical, quando a doença é transmitida de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação. De 2015 a 2024, por exemplo, a sífilis congênita não especificada foi detectada em 47 bebês com idade inferior a um ano.

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A sífilis congênita pode causar parto prematuro, malformação do feto, surdez, cegueira e alterações ósseas, de acordo com o próprio Ministério da Saúde.

A pasta destaca ainda que há uma maior identificação dessas ocorrências por causa da melhora da triagem clínica e a ampliação da oferta de testes rápidos dentro dos territórios indígenas.

Outras doenças também foram detectadas na população entre zero e 15 anos, como gonorreia e papilomavírus, o HPV.

No Brasil todo, foram registrados 13.563 casos de ISTs em populações indígenas entre 2015 e 2024. A maior incidência ocorreu entre 2017 e 2018, onde foram 2.299 casos confirmados.

Confira a evolução de casos ano a ano:

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A Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) pontua que os 34 DSEIs promovem a criação de materiais educativos a respeito das ISTs, em especial entre os meses de julho, outubro e dezembro, com campanhas vinculadas ao Ministério da Saúde.

O Ministério da Saúde informou ao Metrópoles que os casos de ISTs entre povos indígenas tiveram uma queda de 38% entre 2019 e 2024, saindo de 1.939 para 1.186. Neste mesmo período houve uma redução nas mortes, de 15 para 7.

A pasta pontuou ainda que a Sesai, desde 2023, reforçou o enfrentamento de ISTs, com ampliação da vacinação e oferta de testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites. “A combinação de testagem, busca ativa e sensibilização tem garantido diagnóstico precoce. Entre 2023 e 2024, o Ministério da Saúde enviou aos DSEIs, 461 mil testes para HIV, 376 mil para sífilis, 400 mil para hepatite B e quase 300 mil para hepatite C.”

O Ministério da Saúde ressaltou que também houve um aumento na cobertura vacinal:

  • Hepatite A (menores de 5 anos): de 89,5% para 92,2%
  • Hepatite B: de 89,3% para 94,6%
  • HPV (9 a 14 anos): de 73,2% para 89,5%
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Manutenção na rede deverá causar interrupções de energia no Vale do Juruá

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene
A Energisa Acre informou que os municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves poderão enfrentar interrupções temporárias no fornecimento de energia elétrica devido a uma manutenção programada na rede de transmissão que atende a região.

Energisa destacou que a responsabilidade pelas interrupções é da Transmissora e que está acompanhando toda a operação/ Foto: Reprodução

De acordo com a distribuidora, o serviço será realizado pela Transmissora Acre e tem como objetivo garantir a segurança e a confiabilidade do sistema elétrico no Vale do Juruá. Os desligamentos estão previstos para ocorrer nos seguintes horários:
•Domingo (15/06), das 22h às 22h30
•Segunda-feira (16/06), das 3h45 às 4h00
A Energisa destacou que a responsabilidade pelas interrupções é da Transmissora e que está acompanhando toda a operação em conjunto com o Operador Nacional do Sistema (ONS) e a Transmissora Acre, para minimizar os impactos à população.
Consumidores que desejarem registrar ocorrências ou obter mais informações podem entrar em contato com a Energisa pelos canais de atendimento:
📞 0800 647 7196
📱 Aplicativo Energisa ON
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Cotidiano

Bilionário indiano morre na Inglaterra engolir abelha durante jogo de polo

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

O empresário indiano Sunjay J Kapur, de 53 anos, morreu na última quinta-feira (12) na Inglaterra após passar mal durante uma partida de polo. A suspeita é de que ele tenha sofrido um choque anafilático após engolir uma abelha e ser picado na região da boca, o que teria causado uma parada cardíaca.

O incidente ocorreu durante a final da Queen’s Cup, tradicional torneio britânico de polo, realizado em homenagem à rainha Elizabeth II. Segundo testemunhas ouvidas pelo jornal The Telegraph, Kapur chegou a dizer, enquanto recebia atendimento, que havia “engolido alguma coisa”.

Empresário indiano Sunjay Kapur morreu na Inglaterra após sofrer parada cardíaca durante partida de polo – (crédito: Reprodução/X)

Amigo do príncipe William e ex-marido de uma atriz famosa de Bollywood, Kapur era presidente da Sona Comstar, uma multinacional do setor automotivo. A empresa confirmou que ele sofreu um “ataque cardíaco repentino” e destacou sua trajetória como “líder visionário”, responsável por transformar a companhia em uma gigante global de tecnologia voltada para mobilidade sustentável.

Horas antes de morrer, Kapur havia prestado solidariedade nas redes sociais às vítimas de um grave acidente aéreo na Índia, que deixou pelo menos 265 mortos.

A fortuna do empresário é estimada pela revista Forbes em US$ 1,2 bilhão (cerca de R$ 6,6 bilhões).

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Caminhão sai da pista e mobiliza equipes durante horas na BR-364

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

Um caminhão saiu da pista na manhã desta sexta-feira (13) na BR-364, em um trecho entre as comunidades São João e Liberdade. Apesar do susto, não houve feridos, segundo as primeiras informações.

ara garantir a segurança dos motoristas e evitar novos incidentes, equipes foram acionadas para isolar a área/ Foto: Reprodução

O veículo ficou às margens da rodovia por várias horas, chamando a atenção de quem passava pelo local. A remoção foi considerada complicada devido às condições da estrada, o que fez com que os trabalhos se estendessem até o início da noite.

Para garantir a segurança dos motoristas e evitar novos incidentes, equipes foram acionadas para isolar a área e auxiliar na retirada do caminhão. As causas do acidente ainda estão sendo apuradas.

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Política

Governo Federal pagou menos de 1% das emendas parlamentares de 2025 até agora

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

Quase três meses após a aprovação do Orçamento de 2025, o governo federal liberou apenas R$ 860,3 mil em emendas parlamentares. O valor representa 0,0017% dos R$ 50,38 bilhões previstos para o ano.

Do total pago, metade corresponde a emendas impositivas, que o governo é obrigado, por lei, a executar. Até agora, os parlamentares apresentaram 6.948 emendas ao orçamento, mas o governo só empenhou (ou seja, reservou) R$ 85,7 milhões.

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A liberação dos recursos enfrenta entraves desde o ano passado, quando uma decisão do ministro do STF Flávio Dino bloqueou os pagamentos/ Foto: Reprodução

Os dados são da plataforma Siga Brasil, do Senado Federal, atualizados até quarta-feira (11). Na mesma data, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o governo começaria a liberar os repasses até o fim de semana.

Ela justificou a demora, alegando que o orçamento deste ano foi aprovado apenas em abril, e não no fim do ano anterior, como normalmente ocorre. Segundo Gleisi, isso impactou o cronograma de execução das emendas.

A liberação dos recursos enfrenta entraves desde o ano passado, quando uma decisão do ministro do STF Flávio Dino bloqueou os pagamentos, cobrando mais transparência no uso das verbas. O Supremo só autorizou o retorno dos repasses no início deste ano, após o Congresso adotar algumas medidas para dar mais visibilidade às emendas — embora ainda haja questionamentos sobre possíveis falhas nesse processo.

Nesta semana, Dino voltou a cobrar explicações do governo e do Congresso sobre supostas emendas paralelas e denúncias de um possível “novo orçamento secreto”, especialmente no Ministério da Saúde.

Apesar do impasse, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), negou qualquer atrito com o Judiciário sobre o tema.

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Cotidiano

Ativista brasileiro mostra marcas de agressões após ser detido em Israel

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

O ativista brasileiro Thiago Ávila, de 38 anos, expôs nas redes sociais, nesta sexta-feira (13), as marcas das agressões que afirma ter sofrido enquanto esteve detido por autoridades israelenses. Ele foi preso ao tentar levar ajuda humanitária para a Faixa de Gaza e, após ser deportado, desembarcou em São Paulo nesta manhã.

Durante o relato, Thiago também pediu apoio para outros ativistas que permanecem sob custódia de Israel/ Foto: Reprodução

No vídeo publicado, Thiago exibe manchas vermelhas no abdômen, braços e pernas, resultado, segundo ele, das torturas sofridas durante a detenção. Inicialmente, o brasileiro evitou relatar os detalhes das agressões, justificando que sua dor “é muito menor que a do povo palestino”, mas decidiu tornar pública a situação para denunciar os abusos.

Durante o relato, Thiago também pediu apoio para outros ativistas que permanecem sob custódia de Israel. “Precisamos exigir a libertação imediata de Marco, Yanis e Pascal. Eles estavam levando alimentos e medicamentos para crianças em Gaza que estão morrendo de fome. Isso não pode ser ignorado”, declarou.

Além dos três citados — Mark van Rennes, da Holanda, e os franceses Pascal Maurieras e Yanis Mhamdi — outros ativistas também foram deportados: Suayb Ordu (Turquia), Yasemin Acar (Alemanha), Reva Viard e Rima Hassan (França).

Ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, Thiago relatou momentos de intimidação por parte dos soldados. Segundo ele, o colar que usava, com o nome “Palestina”, foi motivo de provocação. “Disseram que Palestina não existe e que eu estava em Israel. Na primeira abordagem, me jogaram contra a parede dizendo: ‘Bem-vindo a Israel, Thiago’. Essa frase se repetiu durante os episódios de violência”, relatou.

O grupo do qual fazia parte tentou ingressar em Gaza com itens essenciais, como alimentos e medicamentos, mas acabou detido pelas forças israelenses em meio à escalada dos conflitos na região.

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Destaque 2Cotidiano

Raio atinge e mata cinco animais em fazenda durante tempestade no interior do Acre

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

Cerca de cinco bovinos morreram após serem atingidos por um raio durante uma forte tempestade no último domingo (8), no ramal dos Pintos, zona rural de Feijó, no Acre.

O impacto surpreendeu os criadores, que encontraram os animais mortos logo após o temporal/ Foto: Feijó Notícias

De acordo com moradores, a descarga elétrica ocorreu no momento em que chovia forte na região, acompanhada de trovões e relâmpagos. O impacto surpreendeu os criadores, que encontraram os animais mortos logo após o temporal.

O caso gerou preocupação entre os produtores locais, que relatam que episódios como esse, apesar de raros, causam prejuízo e medo, principalmente em períodos de chuvas intensas.

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Destaque 2Cotidiano

Moradores encontram pegadas de onça em área próxima à cidade no interior do Acre

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

Rastros de uma onça-pintada encontrados em diferentes pontos do Bairro Guarani, em Mâncio Lima (AC), deixaram moradores apreensivos nos últimos dias. As pegadas, bem definidas, foram localizadas nas margens do Rio Moa e também em uma propriedade rural da região.

O pescador conhecido como Nir do Morão foi um dos primeiros a perceber os sinais do felino. Ele relatou que, durante uma ida ao porto do Guarani, encontrou marcas grandes na beira do rio, próximas ao curso do igarapé Japiim. Segundo ele, os rastros seguiam pela margem direita, no sentido da mata.

s marcas indicam que o animal possivelmente saiu da mata que margeia o Rio Moa/ Foto: Ilustrativa

Situação semelhante viveu o produtor rural Valdemir Vasconcelos da Costa, de 70 anos, dono do Sítio Bela Vista. Na madrugada da última terça-feira (3), ele foi acordado pelos latidos constantes de seu cachorro, que, assustado, se recusava a se aproximar de parte do terreno.

“Na manhã seguinte, fui olhar a área e encontrei as pegadas. Na hora percebi que era uma onça-pintada. Já tinha visto rastros parecidos no ano passado, também aqui na minha propriedade”, contou Valdemir.

As marcas indicam que o animal possivelmente saiu da mata que margeia o Rio Moa, levantando o alerta entre os moradores.

Com informações Mâncio Lima em Foco

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ex-ministro-gilson-machado-e-preso-pela-policia-federal
Política

Moraes substitui prisão de Gilson Machado, ex-ministro de Bolsonaro, por medidas restritivas

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu substituir a prisão preventiva do ex-ministro do Turismo Gilson Machado por medidas cautelares. Na decisão, Moraes considerou que a prisão já cumpriu seu papel e que, no momento, é possível garantir o andamento do processo com restrições alternativas.

Machado havia sido preso após suspeitas de que teria atuado para auxiliar Mauro Cid — ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro — a conseguir documentação no exterior.

ex-ministro-gilson-machado-e-preso-pela-policia-federal

Ex-ministro Gilson Machado é preso pela Polícia Federal

Entre as medidas impostas estão:

  • Comparecimento obrigatório à Justiça da comarca de origem a cada 15 dias, sempre às segundas-feiras;

  • Proibição de sair da comarca;

  • Cancelamento do passaporte e impedimento de solicitar um novo documento;

  • Proibição de deixar o país, com a Polícia Federal sendo acionada para efetivar o bloqueio migratório;

  • Proibição de qualquer contato com outros investigados no inquérito da PET 12.100-DF, inclusive por terceiros ou meios digitais.

O ministro também alertou que qualquer descumprimento dessas condições pode levar à decretação de uma nova prisão preventiva.

Defesa nega acusações
Gilson Machado afirmou, em depoimento ao STF, que não teve qualquer participação na suposta tentativa de ajudar Mauro Cid a obter passaporte de forma irregular. Ele alegou que não fala com Cid desde 2022, pouco após as eleições.

O ex-ministro explicou que o contato que manteve com o Consulado de Portugal em Recife foi, segundo ele, exclusivamente para tratar da emissão do passaporte de seu pai, de 85 anos, e não para favorecer terceiros.

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Destaque 2Polícia

Homem cai em bueiro e é resgatado pelo Corpo de Bombeiros no interior do Acre; veja resgate

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

Um homem precisou ser resgatado na tarde desta sexta-feira (13) após cair dentro de um bueiro em Cruzeiro do Sul, no interior do Acre.

O homem foi resgatado e recebeu atendimento médico/ Foto: CBMAC

De acordo com informações, pessoas que passavam pelo local viram o acidente e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Diante da situação, a equipe do Samu solicitou apoio do Corpo de Bombeiros para realizar o resgate de forma segura.

A ação foi feita em conjunto entre bombeiros militares e socorristas. A vítima foi imobilizada no local e retirada com sucesso. Na sequência, foi encaminhada por uma ambulância para uma unidade de saúde, onde recebeu atendimento médico.

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Destaque 2Polícia

ONG denuncia supostos maus-tratos de animais durante operação do ICMBio em Xapuri

por Suene 13 de junho de 2025
Escrito por Suene

A ONG Patinha Carente divulgou uma nota pública nesta sexta-feira (13) denunciando supostos casos de maus-tratos contra animais durante uma operação de fiscalização realizada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em Xapuri, no interior do Acre.

De acordo com a entidade, animais apreendidos em áreas embargadas estariam sendo mantidos em condições precárias. A denúncia é baseada em vídeos, fotos e relatos recebidos pela ONG, que apontam situações como bezerros separados das mães, algumas delas abatidas em frigoríficos, além de bovinos com feridas abertas, infecções e bicheiras, sem atendimento veterinário.

A entidade cobra providências imediatas, incluindo assistência veterinária, acesso garantido a água e alimentação/ Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A nota também relata que alguns animais teriam sido deixados sem acesso à água potável e alimentação por vários dias, além de cavalos usados pela equipe do ICMBio que estariam amarrados e em situação de sofrimento. “Meio ambiente não se protege matando vidas. Animais não são objetos apreendidos que podem ser descartados. Eles são seres sencientes, protegidos por leis e pela Constituição”, declarou a presidente da ONG, Vanessa Facundes.

A entidade cobra providências imediatas, incluindo assistência veterinária, acesso garantido a água e alimentação, além de transparência nas ações do órgão ambiental. A ONG também pede a atuação do Ministério Público Federal (MPF) para apurar os supostos maus-tratos e responsabilizar os envolvidos.

Um segundo vídeo que circula nas redes sociais foi publicado por Mara do Acre, e mostra os animais presos em um curral, sem acesso a água e alimentação. A internauta questiona a forma como os animais foram colocados no local.

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