Um agente penitenciário teve o porte de arma de fogo institucional cassado após a arma ter sido usada em uma tentativa de homicídio contra um policial do Batalhão Ambiental (BPA). O caso aconteceu no dia 21 de novembro, na Gameleira, em Rio Branco. O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) publicou a portaria com a cassação, nesta terça-feira (13), no Diário Oficial do Estado (DOE).
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Na época, foi informado pelo comando do Batalhão Ambiental que o policial havia se envolvido em uma discussão e, em seguida, foi baleado no tórax. O comandante do BPA, Samir Freitas, informou nesta terça que o policial teve alta médica há quase duas semanas e se recupera em casa.
A maioria dos agentes penitenciários tem uma Tauros PT100 para se defender/Foto ilustrativa
O presidente da Associação do Sistema Penitenciário (Asspen-AC), José Janes, afirmou que a associação disponibilizou um advogado para defender o agente no processo que foi instaurado. Porém, Janes disse que só vai se pronunciar sobre o caso após o fim das investigações para “não cometer uma injustiça”.
O Iapen-AC, por meio da assessoria de imprensa, contou que no dia da tentativa de homicídio o policial estava em uma briga corporal com um rapaz e que o pai desse homem teria pegado a arma que seria do agente penitenciário de dentro de um carro, “com a autorização” do agente, e atirado contra o policial. Houve uma troca de tiros, tanto o policial como o rapaz que ele estava lutando e o pai do jovem que atirou teriam ficado feridos e foram levados ao hospital.
Com informações do G1/AC
