O mercado ilegal que tenta lucrar às custas da paixão nacional pelo futebol sofreu um duro revés na capital fluminense. Duas mulheres foram presas em flagrante, nesta quarta-feira (17), sob a acusação de coordenar uma sofisticada linha de produção e comércio de figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A ação policial desarticulou o laboratório clandestino que funcionava nos fundos de um condomínio residencial.
A operação de inteligência foi deflagrada por agentes da 35ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro, após o recebimento de denúncias anônimas apontando a alta movimentação de compradores em uma residência localizada na Rua Apuruna, no bairro de Paciência, na zona oeste da cidade.
O Modus Operandi: As suspeitas vendiam cada envelope personalizado pelo valor fixo de R$ 15,00, oferecendo como diferencial de mercado a possibilidade de o cliente escolher e levar para casa uma seleção completa de sua preferência.
Campana policial, apreensão de materiais e a dinâmica do crime
Os investigadores montaram um cerco tático nos arredores do endereço e passaram a monitorar a rotina da residência alvo. De acordo com as informações institucionais divulgadas pelo portal de notícias Metrópoles, os policiais perceberam que diversos colecionadores chegavam ao condomínio e saíam minutos depois portando sacolas plásticas entregues por uma moradora.
Conforme os depoimentos e os relatórios de apreensão detalhados na cobertura do Metrópoles, o esquema fraudulento operava com base nos seguintes eixos:
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A Abordagem: Os agentes interceptaram uma das clientes na saída do local, flagrando-a com três pacotes piratas recém-adquiridos, o que justificou a entrada imediata na residência;
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Tecnologia Caseira: A moradora confessou o crime e revelou que imprimia as imagens e os envelopes em casa utilizando equipamentos próprios, após comprar os arquivos digitais com as matrizes visuais na internet;
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Divisão de Tarefas: O Metrópoles destaca que a criminosa recebia o auxílio direto de uma vizinha de condomínio, que ficava encarregada de realizar o corte milimétrico do papel fotográfico e embalar os cromos;
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Volume Apreendido: Dentro do imóvel, os policiais civis encontraram e confiscaram uma grande quantidade de insumos, impressoras ativas e pacotes prontos que seriam distribuídos na região.
As duas envolvidas no maquinário de falsificação foram conduzidas sob custódia para o prédio da delegacia distrital, onde os delegados plantonistas formalizaram o registro da prisão em flagrante. Todo o material tecnológico e os milhares de papéis recolhidos serão encaminhados para os exames de perícia criminal do Instituto de Criminalística para subsidiar a denúncia do Ministério Público.
FAQ
Onde operava a fábrica de figurinhas falsas da Copa de 2026?
O laboratório clandestino funcionava em uma residência situada na Rua Apuruna, no bairro de Paciência, localizado na zona oeste do Rio de Janeiro.
Quanto custava o pacote de figurinhas piratas vendido pelas mulheres?
Segundo dados compartilhados pelo Metrópoles, os envelopes eram comercializados por R$ 15 cada e permitiam ao comprador escolher uma seleção inteira.
Qual foi o material apreendido pelos policiais da 35ª DP?
Os agentes apreenderam impressoras, arquivos digitais de embalagens e uma expressiva quantidade de figurinhas recortadas e prontas para comercialização.
Fique atento aos selos oficiais de segurança e às marcas d’água exigidas pelas editoras autorizadas para não cair em golpes de falsificação ao montar a sua coleção. Continue por dentro de todas as notícias sobre investigações policiais, operações de combate à pirataria, segurança urbana e atualidades em nossa cobertura diária.

