Um fim de semana para ser esquecido da memória dos acreanos. Assim pode ser denominado os dias entre 29 de setembro e 1° de outubro. Exatamente onze mortes foram registradas nestes dias, deixando um rastro de tristeza, insegurança e brutalidade no Estado.
O crime organizado foi citado em, pelo menos, sete dos relatos de assassinato registrados no último fim de semana. Execuções, vinganças e disputa territorial pelo mercado de drogas, tanto na capital quando no interior, são as maiores razões para o mal que vem pondo fim na vida de tantos jovens.

O crime organizado foi citado em, pelo menos, sete dos relatos de assassinato registrados no último fim de semana/Foto: Reprodução
Também foram registradas mortes por afogamento, choque elétrico e enforcamento no decorrer dos últimos três dias.
Duas mortes que se destacaram foi uma na sexta-feira, quando o homem identificado como Uillian Lucas da Silva, mais conhecido como “Mata Rindo”, foi morto na tarde de sexta-feira (29), em um confronto com policiais do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), na região da Vila Acre, Segundo Distrito de Rio Branco. Ele era acusado de chefiar uma facção criminosa e era foragido da Justiça de Rondônia.
Já no sábado, o soldado do Exército Jônatas Guimarães foi assassinado com cinco disparos enquanto saia da Cidade do Povo. Dois suspeitos surpreenderam a vítima em uma emboscada não lhe dando nenhuma chance de lutar pela vida.
