O motociclista Natan de Albuquerque Leite, de 22 anos, ficou gravemente ferido e não precisou amputar a perna esquerda na altura da tíbia e fíbula, graças ao bom trabalho desenvolvido pela equipe médica do Pronto-Socorro. A colisão entre as duas motos aconteceu na tarde desta sexta-feira (8), no cruzamento da rua Meire Alves com a Alameda Antônio Pessoa Jucá, no bairro Tancredo Neves, em Rio Branco.
Segundo informações repassadas a nossa equipe de reportagem de dentro do Pronto-Socorro, a fonte relatou que o motociclista Natan teve uma fratura exposta de tíbia e não teve amputação do membro. O ortopedista Dr. Damião solicitou a presença do médico vascular Dr. Daniel, que fez a avaliação e informou que Natan não teve ruptura de artéria, não comprometendo a circulação sanguínea do paciente. A fonte informou ainda, que na tíbia de Natan foi colocado um fixador externo e que até o momento não há rejeição do organismo que venha comprometer a vascularização.

Foto: ContilNet
Entenda o caso
Matheus trafegava pela Alameda Antônio Pessoa Jucá, em uma motocicleta modelo Yamaha Factor, de cor branca, quando foi surpreendido pelo motociclista Nathan, que estava com uma mulher idenficada como Sindhel dos Santos na garupa e saíam da rua Meire Alves, com uma moto modelo CG Titan 160, de cor branco e placa QLY-6C96.
As duas motos bateram quase que frontalmente e Nathan acabou caindo no asfalto e tendo a perna esquerda parcialmente amputada na altura da tíbia e da fíbula. Já Matheus teve laceração no joelho direito e fratura fechada no punho direito. Sindhel saiu ilesa do acidente.
Populares ajudaram as vítimas e acionaram a polícia e a viatura do Samu. Duas ambulâncias, sendo uma de suporte básico e outra de suporte avançado, foram enviadas para atender as vítimas. Tanto Matheus quanto Nathan, foram estabilizados e protocolados, e em seguida, foram encaminhados ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde passaram por exames mais detalhados no setor de emergência. Nathan está em estado grave e Matheus está em estado estável.
Policiais militares foram até o local e isolaram a área para o trabalho da perícia e, após os procedimentos de praxe, as motos foram removidas com auxílio de um guincho.
