01/09/2026

Patrão esconde celular no banheiro e é descoberto filmando funcionária nua

Empresário de 53 anos admitiu à polícia que fez as gravações

Por Redação ContilNet
Empresário inicialmente negou ter colocado qualquer equipamento no banheiro para registrar imagens. — Foto: Reprodução/Redes sociais

Uma ex-funcionária de uma imobiliária em Santa Juliana, no Triângulo Mineiro, descobriu por acaso que o próprio patrão a filmava nua enquanto ela usava o banheiro da empresa. As imagens foram encontradas no celular do empresário, de 53 anos, que posteriormente admitiu à polícia ter escondido o aparelho no local para fazer as gravações. As informações são do Metrópoles.

O caso veio à tona em 29 de junho, quando a mulher foi solicitada pelo ex-patrão a utilizar o celular dele para realizar um pagamento. Como o aparelho estava desbloqueado, ela acabou encontrando arquivos em que aparecia dentro do banheiro da imobiliária.

Segundo o relato registrado à polícia, havia mais de uma gravação. A mulher passou a suspeitar que poderia ter sido filmada em outras ocasiões e registrou as evidências antes de procurar as autoridades.

Empresário admitiu ter escondido celular

De acordo com o boletim de ocorrência, o empresário inicialmente negou ter colocado qualquer equipamento no banheiro para registrar imagens. Durante o atendimento da ocorrência, porém, ele admitiu que havia escondido o próprio celular no local para filmar a funcionária.

O homem afirmou à polícia que não teria compartilhado os vídeos. Ele foi preso em flagrante, mas posteriormente acabou colocado em liberdade.

O caso é investigado por importunação sexual e registro não autorizado da intimidade sexual.

Outras funcionárias fizeram denúncias

Além do episódio, outras funcionárias e ex-funcionárias da imobiliária também teriam feito denúncias contra o empresário.

Uma delas relatou, em publicação nas redes sociais, que o homem já teria assediado trabalhadoras e exibido os órgãos genitais no ambiente de trabalho.

O processo tramita sob segredo de Justiça. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais informou que, por essa razão, não pode divulgar outras informações sobre o caso.

 

Conteúdo Original / Fonte: Metrópoles

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