A professora de Religião da Escola Estadual Padre Carlos Casaveccia, Modéstia Paiva, morreu vítima de infarto, em Rio Branco, no domingo (15).
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac) divulgou nota de pesar pelo falecimento. A nota diz que Modéstia era uma profissional exemplar e dedicada à educação do Acre.
“Lamentamos profundamente a perda de mais um profissional dedicado, que exerceu o Magistério com esmero, não tendo jamais abandonado o seu desafio de melhorar o ensino público e formar cidadãos na instituição em que lecionava e construiu centenas de amigos, a Escola Estadual Padre Carlos Casaveccia”, diz Trecho da nota.
Nota de pesar
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinteac) comunica com pesar o falecimento da professora de Religião, Modéstia Paiva, vítima de infarto, ocorrido neste domingo (15), em Rio Branco. Lamentamos profundamente a perda de mais um profissional dedicado, que exerceu o Magistério com esmero, não tendo jamais abandonado o seu desafio de melhorar o ensino público e formar cidadãos na instituição em que lecionava e construiu centenas de amigos, a Escola Estadual Padre Carlos Casaveccia.
O Sinteac estende as mais sinceras condolências à família da professora Modéstia Paiva, na esperança de que o seu legado sensibilize, em especial, um sistema público educacional embrutecido pela pressão assassina exercida sobre os professores do Acre.
Alertamos à sociedade em geral sobre a ocorrência comum de mortalidade, em razão de fatores semelhantes, e o acometimento dos nossos professores por problemas emocionais e cardíacos diversos, sendo o Acidente Vascular Cerebral (AVC) uma constante no meio docente, cujas motivações são: a sobrecarga de trabalho, em que professores com dois contratos são obrigados a dar conta de até 320 alunos: salas de aula lotadas, sem ar condicionado, com temperaturas e sensação térmica elevadíssimas; e pressões outras impostas pelo poder público, que, como é de conhecimento geral, nega direitos sagrados ao trabalhador e trata a categoria com extrema indiferença e deméritos.
Resistiremos. Mais que um salário justo e um ambiente de trabalho digno, o direito à vida é inalienável.
Rosana Nascimento
Presidente do Sinteac

