O assessor de comunicação da Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Pedro Paulo Birimba, confirmou as ameaças sofridas pelo secretário de segurança pública do Acre, Emylson Farias, mas revelou que este tipo de terrorismo é uma constante na vida de qualquer policial, principalmente quando ocupa a chefia de um órgão encarregado de combater o crime organizado. O assessor fez questão de afirmar que, apesar das ameaças, o trabalho da polícia não será afetado.
Mesmo com o crescimento das ameaças a partir da ‘Operação Fim da Linha’, no mês de maio ação, as ações realizadas pela Sesp vão continuar com a mesma força, disse o assessor. Mas Pedro Paulo revelou que o esquema de segurança em torno do secretário teve de ser acrescentado, bem como as atividades da equipe de inteligência foram intensificadas.

Quem atua no combate ao crime organizado e se torna policial sabe muito bem dos riscos inerentes à profissão, complementou o assessor. “As ameaças cresceram com as ações de combate ao crime organizado e são uma tentativa de afronta às ações da polícia”, destacou.
“Quem atua no combate ao crime organizado sempre sofrerá este tipo de ameaça e não seria diferente com o secretário de Segurança do Acre. As ameaças desses meliantes têm apenas o condão de afrontar o trabalho do Estado, principalmente quando este atinge a criminalidade e mais ainda quando restringe o crime organizado. Mas isso apenas prova que estarmos no caminho correto e atingindo os objetivos de reduzir a criminalidade no Estado”, finalizou o assessor.
