Assistência técnica permanente, mecanização das propriedades, melhoria dos ramais e compra da produção local estão entre as medidas defendidas por Alan Rick para fortalecer a agricultura acreana. O candidato ao Governo do Acre afirmou que o setor será uma das prioridades de sua gestão, com atenção especial aos agricultores familiares e pequenos produtores.
“A agricultura do Acre é uma potência. O Acre produz bem e os nossos produtores rurais protegem e conservam o meio ambiente”, afirmou. Alan destacou que, como deputado federal e senador, destinou recursos para a aquisição de tratores, tobatas, escavadeiras hidráulicas e outros equipamentos entregues a cooperativas, associações e famílias que vivem da produção rural.
O candidato também defendeu a retomada da assistência técnica contínua no campo. Segundo ele, emendas de sua autoria ajudam a atender 650 famílias em Cruzeiro do Sul e outras 400 em Rio Branco, estas últimas por meio de uma parceria com a Universidade Federal do Acre voltada à agricultura familiar e à produção orgânica. “O atual governo abandonou a Emater. Para se ter uma ideia, os últimos veículos entregues ao órgão foram adquiridos com emenda nossa”, criticou.
A melhoria dos ramais foi apontada como condição indispensável para garantir o transporte de insumos e o escoamento da produção durante todo o ano. “Vamos melhorar os ramais com um projeto de pavimentação de pelo menos 100 a 120 quilômetros por ano. Precisamos investir cada vez mais em ramais, mecanização e assistência técnica”, declarou.
Alan também anunciou um amplo trabalho de regularização fundiária e atuação conjunta com os órgãos federais para solucionar passivos e reduzir os embargos ambientais que atingem propriedades rurais. “Os nossos produtores estão sofrendo e precisam da mão amiga do Governo do Estado para resolver suas situações. O homem do campo produz, mas hoje o Estado não o abraça”, afirmou.
Outro compromisso apresentado foi ampliar a compra governamental dos produtos cultivados no Acre. Alan citou casos de agricultores que perderam a produção de maracujá em Capixaba, Epitaciolândia e outros municípios enquanto o governo adquiria alimentos de Rondônia. “Isso é um crime contra o nosso produtor. Investir na agricultura é investir no crescimento econômico, e o nosso governo vai apoiar quem produz e comprar a produção local”, garantiu.
