O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ampliou nesta quinta-feira (15) a denúncia oferecida ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por suspeita de participação no esquema de corrupção da Petrobras, para incluir trechos da delação premiada de Fernando Soares, apontado como operador do PMDB.
Os termos da colaboração premiada de Fernando Baiano, como ele é conhecido, ainda são mantidos em sigilo. A delação foi confirmada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, na semana passada.
Segundo a Folha apurou, Fernando Baiano também afirmou a investigadores que o presidente da Câmara teria recebido US$ 5 milhões em propina.
Conteúdo Original / Fonte: Folha