‘PT criou uma máquina de corrupção para financiar seu projeto de poder’, diz deputado

Por Wania Pinheiro, ContilNet 28/10/2015 às 03:15
Deputado Efraim Filho, presidente da CPI: 'Dos quatro fundos hoje investigados, três deles são comandados por filiados ao PT'(Leonardo Prado/Agência Câmara/VEJA)
Deputado Efraim Filho, presidente da CPI: 'Dos quatro fundos hoje investigados, três deles são comandados por filiados ao PT'(Leonardo Prado/Agência Câmara/VEJA)

Deputado Efraim Filho, presidente da CPI: ‘Dos quatro fundos hoje investigados, três deles são comandados por filiados ao PT'(Leonardo Prado/Agência Câmara/VEJA)

Após o fim melancólico da CPI da Petrobras, encerrada nesta semana depois de poupar todos os políticos e parlamentares envolvidos no propinoduto que sangrou a estatal, deve ganhar os holofotes na Câmara dos Deputados outra comissão de inquérito com potencial avassalador para o governo e o PT. Ainda despercebida, a CPI dos Fundos de Pensão se debruça, há dois meses, sobre contratos com indícios de também terem sofrido influência de figuras petistas já conhecidas do noticiário policial, como o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, ambos presos na Operação Lava Jato.

De acordo com o presidente da CPI, o deputado Efraim Filho (DEM-PB), já está constatado que o mesmo modus operandi usado nos escândalos do mensalão e do petrolão foi repetido nos recursos destinados a aposentados e pensionistas. “O que a gente identifica é que há uma máquina de corrupção do PT para financiar um projeto de poder”, afirma o parlamentar. O foco da comissão, nos próximos dias, será conseguir aprovar a convocação do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente Lula, suspeito de articular o pagamento de propina à nora do petista com recursos da Sete Brasil, empresa ligada à Petrobras.

Leia a entrevista ao site de VEJA

Conteúdo Original / Fonte: Veja

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