O diretor presidente da Empresa Municipal de Urbanismo (Emurb), Edson Rigaud, declarou esta semana, durante sabatina na Câmara Municipal de Rio Branco, que prefere críticas por cidade esburacada a desequilíbrio fiscal. Rigaud admitiu que o ‘enxugamento de gorduras’ na estatal provocou uma diminuição no sistema operacional.
“Somente com o pagamento de servidores a economia chegou a R$ 500 mil/mês e deve atingir os R$ 600 mil, algo em torno de R$ 10 milhões por ano”, disse o diretor.

Diminuição das frentes de serviço acabou deixando a cidade mais esburacada /Foto: Reprodução
Menos frentes de serviços nas ruas, mais buracos na cidade. A equação que tem rendido muitas críticas ao prefeito Marcus Alexandre, são rechaçadas pela nova gestão. O total de economia anunciado, R$ 10 milhões, foi o que a estatal pagou em dívidas desde outubro do ano passado.
Mesmo com a crise, 8 frentes de serviços estão sendo mantidas para tapar buracos em locais priorizados segundo a gestão da Emurb. “Priorizamos neste inverno os corredores de ônibus e vias estruturantes dos principais bairros”, acrescentou Rigaud.

Rigaud afirmou que frentes de serviço voltarão com força total no verão /Foto: Reprodução
Estoque para o verão – Segundo o diretor presidente da estatal, um estoque de insumos foi realizado para que a empresa volte com força total no verão. Segundo a Defesa Civil Municipal, dos 80 dias de janeiro, fevereiro e março, 66 deles foram chuvosos, restando apenas 14 dias para o trabalho de manutenção.
