O MinistĂ©rio da Economia está estudando uma nova fase de implementação do auxĂlio emergencial. Agora, a medida visa liberar uma nova fase de pagamentos do benefĂcio, mas agora focado somente em que mais necessita entre os trabalhadores informais. As informações sĂŁo do Jornal Valor EconĂ´mico.
A medida tambĂ©m iria diminuir o valor de R$ 600 ou R$ 300, como foi pago no ano passado, uma vez que a nova proposta prevĂŞ o valor de R$ 200 por trĂŞs meses. O valor, inclusive, Ă© bastante parecido como valor do teto atual pago pelo programa assistencial Bolsa FamĂlia.
O auxĂlio emergencial seria viável com a volta do auxĂlio se daria por meio do âmbito da Proposta de Emenda Ă Constituição (PEC) Emergencial.
Sendo assim, a volta do pagamento do auxĂlio emergencial aconteceria por meio de crĂ©ditos extraordinários, de forma que os custos nĂŁo entrassem no teto de gastos realizados pela UniĂŁo. Para alcançar espaço em pagamentos no orçamento pĂşblico, o Governo deveria adotar um congelamento generalizado de despesas da prĂłpria UniĂŁo e tambĂ©m dos estados. Para isso acontecer, seria necessário cortar os cortar reajustes automáticos para servidores pĂşblicos, por exemplo.
Vale destacar que o Congresso Nacional ainda teria de aprovar essas medidas a serem adotadas pelo Governo. Caso isso aconteça, haveria possibilidade reduzir parte do custo fiscal da adoção do auxĂlio.
BenefĂcio de R$ 200 foi para R$ 600 e depois R$ 300
De acordo com o jornal Valor EconĂ´mico, o Congresso tambĂ©m tinha expectativa de alterar os termos de alguma proposta feita por meio do governo federal, assim como aconteceu no inĂcio da pandemia. Caso vocĂŞ nĂŁo se lembre, inicialmente o Governo Federal sugeriu um auxĂlio emergencial com valor de R$200, mas em seguida foi aprovado o valor de R$600. Nas Ăşltimas quatro parcelas (setembro, outubro, novembro e dezembro), o valor foi de R$300.
Nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, revelou que o governo já está avaliando novas medidas de incentivo, e por isso, o auxĂlio emergencial pode voltar caso o nĂşmero de mortes siga crescendo e a vacinação nĂŁo seja ampliada.
“Se a pandemia tiver uma segunda onda, com mais de 1,3 mil, 1,5 mil, 1,6 mil mortes [diárias], saberemos agir com o mesmo tom decisivo, mas temos que observar se é o caso ou não… Se a doença volta, temos um protocolo de crise, que foi aperfeiçoado”, disse Guedes durante um evento promovido de forma virtual pelo Credit Suisse.


