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Gato Preto nega tentativa de homicídio

Por Júlia, ContilNet Fonte: Redação ContilNet 14/05/2026 às 07:19

Reprodução/Redes sociais.

Influenciador contesta alta velocidade e pede que crimes sejam reduzidos para “lesão corporal culposa”; MP exige indenizações que somam R$ 268 mil.

A batalha jurídica do influenciador digital Samuel, conhecido como Gato Preto, ganhou um novo capítulo nesta semana. A coluna teve acesso à “resposta à acusação” protocolada pela defesa do famoso no último dia 6 de maio de 2026. Samuel é réu por um grave acidente ocorrido em agosto de 2025, na Avenida Faria Lima, em São Paulo, quando conduzia um Porsche em alta velocidade.

A Tese da Defesa

O ponto central da estratégia da defesa é derrubar o dolo eventual — quando a justiça entende que o condutor assumiu o risco de matar. Os advogados do influenciador alegam que:

O Peso da Indenização

Além da liberdade, o bolso do influenciador está na mira. O MPSP estipulou valores pesados para reparação de danos:

Samuel refutou os valores no processo criminal, alegando que essa discussão deve ocorrer apenas na esfera cível.


5. RESUMO DAS ACUSAÇÕES (TABELA)

Crime Denunciado Status da Defesa
Tentativa de Homicídio (2x) Pede desclassificação para Lesão Corporal
Omissão de Socorro Contestada
Direção sob Efeito de Álcool/Drogas Alega não provar indiferença à vida
Fuga do Local do Acidente Contestada
Suspensão da CNH Alega ser medida “ilegal” e antecipação de pena

O que aconteceu com o Gato Preto?

Ele causou um acidente com um Porsche em 2025, ferindo pai e filho, e fugiu do local. Agora, responde por tentativa de homicídio e outros crimes de trânsito.

Qual a pena que o Gato Preto pode pegar?

Se condenado por tentativa de homicídio por dolo eventual, a pena pode ser de vários anos de prisão. Se a defesa conseguir reduzir para lesão corporal culposa, a pena é significativamente menor, geralmente convertida em penas restritivas de direitos.

Bia Miranda está envolvida no processo?

Sim, ela era namorada dele na época e foi denunciada por delitos menores, podendo se beneficiar de acordos com o Ministério Público para não ser processada.

O caso agora segue para análise do juiz, que decidirá se mantém as acusações de homicídio tentado ou se acolhe o pedido da defesa. A coluna continuará acompanhando os próximos passos desta ação que parou a Faria Lima.

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