Isis Valverde detalha acordo com ex-cozinheira e rebate acusações

A atriz Isis Valverde firmou um acordo de R$ 30 mil com uma ex-cozinheira que pedia R$ 400 mil na Justiça

Por Redação ContilNet 17/06/2026 às 07:23
Divulgação

Funcionária pleiteava indenização de R$ 400 mil alegando jornadas abusivas, mas ação foi encerrada após conciliação de R$ 30 mil; advogado cita presentes à trabalhadora.

A atriz Isis Valverde encerrou uma longa disputa jurídica na 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro após selar uma conciliação financeira com sua ex-cozinheira, Marcia Raimunda. A prestadora de serviços, que trabalhou na residência da artista entre os anos de 2014 e 2021, pedia originalmente uma indenização robusta próxima a R$ 400 mil, sustentando que cumpria escalas exaustivas de 12 horas diárias com pausas de apenas 20 minutos, além de acumular outras funções do lar.

O desfecho do caso ocorreu por meio de um acordo amigável de R$ 30 mil, dividido em seis parcelas iguais, extinguindo o processo sem que houvesse uma condenação oficial ou reconhecimento de culpa por parte da artista. A defesa de Isis aproveitou o encerramento do litígio para vir a público e esclarecer como se dava a dinâmica de trabalho na residência, classificando os pedidos iniciais como totalmente desproporcionais.

Custeio de formação gastronômica, imóvel próprio e ausências

Os representantes legais da atriz trouxeram novos elementos que contrapõem a narrativa de abusos e apontam para uma relação de proximidade e incentivo profissional.

Em entrevista concedida ao portal METRÓPOLES, o advogado Ricardo Brajterman, responsável pela defesa de Isis Valverde, assegurou que a atriz sempre agiu em estrita conformidade com a Legislação Trabalhista e tratava a funcionária com carinho. O defensor revelou ao veículo que, durante o período do contrato, a reclamante ganhou uma casa própria de presente da patroa e teve um curso de alta gastronomia focado em alimentação saudável integralmente custeado pela atriz.

A capacitação culinária mencionada foi ministrada pela renomada chef Lorena Abreu, focando em preparações restritivas, como pratos veganos, vegetarianos, sem glúten e sem açúcar para atender o cardápio da artista. O advogado argumentou ainda ser matematicamente inviável a alegação de rotinas diárias de 12 horas de trabalho, visto que Isis Valverde passava longos meses do ano viajando a trabalho, gravando produções em outras cidades ou em compromissos familiares fora do Rio de Janeiro. A ex-funcionária foi procurada para expor sua versão, mas não enviou respostas.

Qual foi o valor do acordo fechado entre Isis Valverde e a ex-cozinheira?

O processo foi encerrado após um acordo de R$ 30 mil, que foi parcelado em seis vezes de R$ 5 mil, evitando uma decisão ou condenação judicial para a atriz.

O que a ex-funcionária alegava na ação contra a atriz?

Márcia Raimunda alegava acúmulo de funções na residência e o cumprimento de jornadas exaustivas de 12 horas diárias, contando com apenas 20 minutos de intervalo para descanso.

Quais benefícios a defesa alega que Isis Valverde deu à funcionária?

O advogado de defesa afirmou que Isis presenteou a cozinheira com um imóvel próprio (casa) e pagou um curso profissional de gastronomia focado em receitas saudáveis e restritivas.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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