Condenado por estupro de vulnerável, artista de 76 anos passou por perícia médica que atestou viabilidade de tratamento na prisão.
A Justiça do Estado do Rio de Janeiro rejeitou o pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa do ator José Dumont, de 76 anos. Detido desde março deste ano por condenação pelo crime de estupro de vulnerável, o artista buscava cumprir o restante da pena em sua residência alegando idade avançada e problemas de saúde.
Conforme apuração da jornalista Letícia Perdigão para o portal Metrópoles, a decisão baseou-se nas conclusões de uma perícia médica oficial determinada pelo Poder Judiciário.
“A avaliação médica realizada pela administração penitenciária registrou que o ator está lúcido e orientado, recebendo tratamento adequado no sistema prisional para hipertensão, hipotireoidismo e distúrbios do sono”, detalha Letícia Perdigão.
Laudo oficial e permanência no sistema penitenciário
A análise técnica foi determinante para o indeferimento da solicitação:
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Conclusão pericial: O laudo não identificou nenhuma condição de saúde grave que impedisse a manutenção do ator no estabelecimento prisional.
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Assistência mantida: A Justiça entendeu que o tratamento médico necessário para suas patologias continua sendo oferecido de forma regular pela estrutura da penitenciária.
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Sem resposta da defesa: O portal Metrópoles tentou contato com os advogados do artista para avaliar novos recursos, mas não obteve retorno até a publicação.
Por que a Justiça negou a prisão domiciliar a José Dumont?
De acordo com a apuração de Letícia Perdigão, o laudo pericial oficial atestou que o ator está lúcido e que seu tratamento de saúde pode continuar sendo prestado adequadamente dentro do sistema prisional.
Quais problemas de saúde José Dumont apresentou na perícia?
Segundo informado pela jornalista no Metrópoles, a perícia médica registrou que o ator recebe tratamento para hipertensão, hipotireoidismo e distúrbios do sono.
