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MC Daniel move ação criminal contra Lorena e pede indenização

Por Redação ContilNet Fonte: Redação ContilNet 16/07/2026 às 08:25

Reprodução/Redes sociais.

O cantor acusa a ex-companheira de difamação, injúria e ameaça; processo detalha ofensas públicas e prejuízos financeiros à carreira do funkeiro.

Os desdobramentos do término conturbado entre o cantor MC Daniel e a influenciadora digital Lorena Maria acabam de ganhar um novo e grave capítulo nos tribunais. O músico decidiu acionar a Justiça criminalmente contra a ex-companheira e mãe de seu filho, alegando ter sido alvo de uma campanha de difamação que abalou sua carreira e imagem pública.

De acordo com informações obtidas com exclusividade pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, o processo teve início por meio de uma queixa-crime protocolada originalmente em abril deste ano. Na ação penal, o cantor exige uma reparação por danos morais fixada em R$ 30 mil, além de pedir a condenação da influenciadora pelos crimes de injúria, difamação e ameaça.

Acusações de injúria, difamação e ameaça

De acordo com os documentos da ação judicial, MC Daniel sustenta que Lorena Maria utilizou o alcance de suas redes sociais para desferir ataques pessoais e humilhá-lo publicamente. O cantor alega que foi chamado pela influenciadora de termos agressivos como “capeta”, “satanás” e “encarnado”.

Além das ofensas verbais, a queixa-crime aponta que a influenciadora adotou uma postura intimidatória. Daniel relata que a ex-companheira fez ameaças físicas diretas, afirmando em mensagens que ele a “respeitaria na dor” e que “enfiaria a mão” em seu rosto.

A defesa do funkeiro também pontua os seguintes pontos na acusação:

Prejuízos financeiros e mudança de foro

MC Daniel argumenta na petição que a exposição pública realizada pela influenciadora causou danos severos ao seu bolso e à sua reputação de mercado. Segundo o relato contido na ação penal, as declarações de Lorena provocaram a perda imediata de milhares de seguidores, o cancelamento e rescisão de contratos publicitários vigentes e um desgaste profundo com contratantes de shows pelo país.

O andamento do processo passou recentemente por uma reviravolta burocrática. Inicialmente distribuída no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a ação foi transferida nesta semana. Após uma manifestação do Ministério Público paulista apontando que o juízo de São Paulo não era competente para o caso, o processo foi redistribuído para o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ). Caberá agora aos magistrados fluminenses analisar os termos da queixa-crime e decidir se acolhem ou rejeitam a denúncia contra a influenciadora.

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