01/09/2026

Quem é Duane “Keffe D” Davis, condenado pelo assassinato do Tupac

Ex-líder de gangue foi condenado em Las Vegas pelo crime ocorrido em 1996

Por Redação ContilNet
Steve Marcus-Pool/Getty Images

Ex-líder da gangue South Side Compton Crips foi considerado culpado por orquestrar o ataque a tiros em 1996.

O norte-americano Duane “Keffe D” Davis foi condenado por homicídio em primeiro grau com uso de arma letal por orquestrar o assassinato do lendário rapper Tupac Shakur, ocorrido em 1996.

De acordo com as informações apuradas pela repórter Juliana Barbosa para o portal METRÓPOLES, a decisão da justiça dos Estados Unidos confirma que Davis arquitetou a ação, embora não tenha efetuado os disparos.

“Davis permaneceu sob custódia sem direito a fiança e aguarda a sentença final, podendo receber pena de prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional”, destacou Juliana Barbosa em reportagem publicada no METRÓPOLES.

Origem nas gangues, autobiografia e o crime de 1996

Conforme detalhado pela cobertura de Juliana Barbosa no METRÓPOLES, a trajetória do condenado e a cronologia do caso revelam dados marcantes:

  • Histórico de Gangues: Natural de Watts (Califórnia), Davis atingiu posição de liderança no grupo South Side Compton Crips, do qual ainda fazia parte quando planejou o crime.

  • Autobiografia Reveladora: Em 2019, publicou o livro Compton Street Legends, no qual detalhou sua trajetória no crime, a perda de familiares e como sua prisão na década de 80 o imergiu ainda mais no universo das gangues.

  • O Crime: Em 7 de setembro de 1996, em Las Vegas, Tupac Shakur estava no passageiro de uma BMW dirigida por Suge Knight quando um Cadillac emparelhou e abriu fogo. O artista morreu seis dias depois.

Duane “Keffe D” Davis foi quem atirou em Tupac Shakur?

Não. As autoridades e a justiça determinaram que ele foi o responsável por orquestrar e planejar o ataque contra o rapper, e não o autor direto dos disparos.

Qual é a pena que Keffe D pode enfrentar?

O condenado pode receber pena de prisão perpétua sem a possibilidade de liberdade condicional.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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