Padrasto esfaqueia enteada por causa de som alto no Segundo Distrito de Rio Branco

Jovem Ă© atacada com faca pelo padrasto durante discussĂŁo; vĂ­tima Ă© socorrida e encaminhada ao Pronto-Socorro

Por Anieli, ContilNet 01/09/2024 Ă s 23:24

Kenylla de Carvalho, 22 anos, foi vĂ­tima de uma tentativa de homicĂ­dio por golpes de faca na noite deste domingo (1Âș), durante uma discussĂŁo na Travessa Valderes, no bairro CanaĂŁ, na regiĂŁo do Segundo Distrito de Rio Branco. O autor das facadas foi identificado como AntĂŽnio DamiĂŁo Viana Furto, que Ă© padrasto da vĂ­tima e trabalha como vigilante em uma empresa terceirizada.

Segundo informaçÔes da polĂ­cia, Kenylla passou o dia todo trabalhando em um supermercado da capital e foi levada para casa pelo namorado. Na residĂȘncia, AntĂŽnio estava bebendo e com o som alto. Kenylla pediu para a mĂŁe abaixar o volume, e a mulher assim o fez.

Equipes de socorro prestam atendimento a Kenylla de Carvalho apĂłs ela ser esfaqueada pelo padrasto durante uma briga em casa/Foto: ContilNet

O acusado, insatisfeito, foi e aumentou novamente o volume do aparelho de som. Quando a jovem tentou abaixar o volume, foi surpreendida pelo autor, que, de posse de uma faca, desferiu dois golpes na jovem, atingindo o abdĂŽmen e as costas.

Kenylla gritou pedindo socorro à mãe e aos irmãos, que também estavam na casa. Em um momento de desespero, colocaram AntÎnio em um quarto para impedir sua fuga, mas ele pulou a janela e fugiu do local.

Um dos irmĂŁos da vĂ­tima colocou-a em um veĂ­culo modelo Classic de cor preta e a levou diretamente para o pronto-socorro de Rio Branco, em estado grave. No PS, a jovem foi encaminhada imediatamente ao centro cirĂșrgico, onde deve passar por uma laparotomia exploratĂłria para avaliar as lesĂ”es internas.

Policiais militares do 2Âș BatalhĂŁo tambĂ©m foram acionados e estiveram no local, onde colheram as primeiras informaçÔes e realizaram rondas ostensivas, mas ninguĂ©m foi encontrado atĂ© o momento.

O caso serå inicialmente investigado por agentes da Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE) e, posteriormente, ficarå à disposição da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

ConteĂșdo Original / Fonte: Ithamar Souza, ContilNet

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