Direção do PSL pretende revindicar os cargos federais do Acre ao presidente Jair Bolsonaro


Apesar de serem cargos pagos com recursos da União, os salários chegam, no máximo, R$ 8 mil

SAIMO MARTINS, DO CONTILNET

O presidente Regional do Partido Socialista Liberal (PSL), Pedro Valério, disse, por meio de nota emitida nesta quinta-feira (10), que pretende revindicar ao presidente da República Jair Bolsonaro, todos os cargos federais no Acre, que chegam a quase 130 vagas.

Pedro Valério, presidente Regional do PSL/Foto: arquivo pessoal

Em entrevista ao ContilNet, Valério enfatizou que os cargos devem ser preenchidos por pessoas do partido e que representem os ideias de Bolsonaro. “Nós entendemos que somos do partido do presidente e temos quadro para ajudar com a mesma ideologia dele. Com isso estamos afinados, portanto, não tem porque esses cargos irem parar nas mãos de outros partidos”, ressaltou.

Apesar de serem cargos pagos com recursos da União, os salários chegam, no máximo, R$ 8 mil, que corresponde ao valor pago ao diretor do Incra, Ibama e Ministério da Agricultura, por exemplo. “O salario não compensa, é muita responsabilidade para quem assumir”, disse.

Conforme Valério, o principal nome do partido no estado é o do ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom, que estava cotado para assumir o Incra, porém, o estado de saúde de sua esposa é um entrave. “Bocalom é um cara honesto, ele ta la em Araguaína e para assumir um cargo desse, ele tem que vir pra cá, o que não compensa para ele”, declarou.

O presidente do PSL fez questão de pôr fim aos boatos de que o deputado Ney Amorim, assumiriá a direção do partido. Segundo Pedro, Ney é um homem exemplar e um excelente político, no entanto, não compactuam da mesma ideologia política.

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