Familiares dizem que paciente internado no Huerb pode ter perna amputada e morrer

Por SAIMO MARTINS, DO CONTILNET 04/02/2019 Ă s 23:09 Atualizado: hĂĄ 7 anos

Familiares do comerciante Pedro Rodrigues Pessoa, natural do municĂ­pio de Sena Madureira, denunciaram nesta segunda-feira (4) ao site ContilNet que ele nĂŁo vem sendo atendido no Hospital de UrgĂȘncia e EmergĂȘncia de Rio Branco (Huerb) como deveria. Segundo os relatos, Rodrigues pode ter a perna amputada ou atĂ© mesmo vir a Ăłbito por conta de infecção generalizada, caso nĂŁo receba um tratamento adequado por parte dos profissionais da unidade de saĂșde do estado.

De acordo Liliane Lima, Pedro Rodrigues foi transferido de uma Unidade de SaĂșde de Sena ao Pronto Socorro, no dia 26 de janeiro. “Reivindicamos do pessoal do setor de saĂșde uma atenção especial e diferenciada no objetivo de interna-lo em um ambiente que tenha menos risco de infecção hospitalar. TambĂ©m pedimos que o quadro clinico de Rodrigues possa ser melhor avaliado, jĂĄ que ele corre risco de morte dada a gravidade e o avanço da doença”, explicou Liliane.

Familiares dizem que paciente internado no Huerb pode ter perna amputada e morrer

Pedro Rodrigues pode perder a perna, segundo familiares/Foto: reprodução

Conforme informaçÔes repassadas por uma enfermeira do Huerb, que pediu para nĂŁo ser identificada, o estado de saĂșde de Rodrigues Ă© grave devido Ă  infecção em uma de suas pernas. “O quadro clinico do paciente Ă© grave devido o avanço das feridas que estĂŁo consumindo um de seus membros inferiores. Ele Ă© diabĂ©tico e quando deu entrada aqui foi constatada a presença de tapurus nas feridas”, afirmou ela.

Resposta da Sesacre

A reportagem entrou em contato com o secretĂĄrio de saĂșde do estado, Alysson Bestene, e em resposta o gestor informou que irĂĄ averiguar o caso junto Ă  direção do Hospital de UrgĂȘncia e EmergĂȘncia de Rio Branco. Alysson destacou ainda que quando obtivesse uma resposta sobre o real estado de saĂșde do paciente, entraria em contato com o site.

Até o fechamento desta reportagem, porém, não obtivemos respostas do secretårio. O espaço estå aberto às explicaçÔes das autoridades do setor.

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