Rio Branco, Acre,





Presidente do PSL diz que vai pedir saída de Bocalom do cargo de secretário geral


O presidente do partido disse ainda que caso Bocalom não peça desfiliação, poderá ser expulso

SAIMO MARTINS, DO CONTILNET

O presidente do Partido Social Liberal (PSL) no Acre, Pedro Valério, confirmou com exclusividade ao ContilNet que pretende pedir a saída do ex-prefeito de Acrelândia, Tião Bocalom, do cargo de secretário geral do partido. O motivo alegado pelo presidente é que Bocalom cometeu um suposto crime de adulteração de áudios.

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pedro Valério e Tião Bocalom/Foto: reprodução

Valério diz que o caso onde supostamente Bocalom teria fraudado áudio, é complicado, haja vista que o ex-prefeito diz ter 30 anos de vida pública e reputação ilibada. O suposto crime foi registrado na delegacia por Pedro Valério na última sexta-feira (12).

“Irei fazer uma convocação imediata pedindo a retirada imediata dele do cargo, pois o partido do Bolsonaro não aceita esse tipo de coisa, ainda mais de um secretário fazendo esse tipo de crime”, destacou o presidente do partido.

EXPULSÃO DO PARTIDO

Pedro declarou também que vai pedir a expulsão de Bocalom do PSL, no entanto, esse processo é mais demorado. “Se ele não pedir desfiliação eu vou abrir um pedido de expulsão contra ele, imediatamente. Ele adulterou uma fala minha com o objetivo de me atacar”, explicou.

ENTENDA A BRIGA

Tudo começou com uma convocação feita por Bocalom na semana passada, para uma reunião extraordinária da executiva do partido com objetivo de decidir o destino do partido junto ao governo de Gladson Cameli.

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Ao saber da convocação de Bocalom, Valério afirmou que as convocações de reuniões extraordinárias são prerrogativas do presidente e que ele não poderia participar porque estava em Tarauacá. Após cancelada a reunião, Bocalom concedeu uma entrevista mostrando um áudio, possivelmente fraudado.

De acordo com Valério, as trombadas entre ele e o grupo de Bocalom começaram porque o ex-candidato está, segundo ele, desempregado e precisando de dinheiro e desde então passou a correr atrás de cargos junto ao governador estadual.

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