Nado artĂ­stico: trĂȘs amigas disputam vaga no dueto do PrĂ©-olĂ­mpico

Por NOTÍCIAS AO MINUTO 02/08/2020

Neste momento, o nado artĂ­stico brasileiro tem apenas um objetivo, o prĂ©-olĂ­mpico de duetos previsto para março de 2021, no JapĂŁo. Com a intenção de chegar ao evento com o melhor preparo possĂ­vel Ă© que a equipe brasileira fica atĂ© o dia 8 de agosto em Portugal participando da MissĂŁo Europa do ComitĂȘ OlĂ­mpico do Brasil (COB). A equipe brasileira conta com trĂȘs atletas na disputa: Luisa Borges, Maria Bruno e Laura Miccuci.

Inicialmente, segundo a Confederação Brasileira de Desportos AquĂĄticos (CBDA), a dupla titular do Brasil seria formada por Luisa e Laura, mas isso pode mudar. A CBDA planeja no segundo semestre do ano uma avaliação envolvendo as trĂȘs atletas para saber quais serĂŁo as formaçÔes titular e reserva do dueto brasileiro.

“SĂŁo trĂȘs atletas que vĂȘm em alto nĂ­vel hĂĄ muitas temporadas. Luisa Borges e Maria Bruno com experiĂȘncia olĂ­mpica, e a Laura como uma das grandes revelaçÔes da modalidade. Temos certeza de que o Brasil estarĂĄ muito bem representado”, afirma a tĂ©cnica Twila Cremona. É Ă© justamente nisso que Maria Bruno aposta: “O esporte Ă© feito disso, de disputa. Mas sĂŁo disputas saudĂĄveis. Aprendemos isso desde criança. Sou amiga de todas as meninas. Hoje a Laura Ă© do Flamengo, a LuĂ­sa Ă© do Fluminense, assim como eu. Mas somos bem prĂłximas. Estamos aqui juntas por esse objetivo, classificar o Brasil. E assim tudo fica mais fĂĄcil”, declarou a atleta Ă  AgĂȘncia Brasil.

Em entrevista ao COB no CT de Rio Maior, base do nado artístico em Portugal, Luisa Borges comemora o adiamento dos Jogos: “Acho que foi bom para nós. Temos mais tempo. Nesse ano já estávamos tensas e sentindo a emoção de brigar pela vaga. E, quando tudo mudou, a contagem regressiva recomeçou e ganhamos uma nova chance de a nossa equipe estar realmente melhor e mais pronta para representar muito bem o Brasil”

JĂĄ a rubro-negra Laura Miccuci considerou positivas as semanas de treinos na Europa: “No inĂ­cio sentimentos um pouco. Acho que todas nĂŁo tĂ­nhamos ficado tanto tempo fora da ĂĄgua. Foram mais de quatro meses. Estamos indo aos poucos. Tomara que dĂȘ tudo certo no ano que vem”.

Ainda nĂŁo estĂĄ definida a posição que o dueto brasileiro precisa atingir no prĂ©-olĂ­mpico do ano que vem para se classificar aos Jogos de TĂłquio. Mas, segundo as atletas, se classificando entre os 22 melhores duetos da seletiva olĂ­mpica, dificilmente o Brasil ficarĂĄ de fora dos Jogos. “Essa Ă© nossa expectativa. Ainda faltam algumas coisas a serem definidas. Acho que vamos brigar com outras cinco ou seis seleçÔes por uma vaga. E estamos bem otimistas. Tenho muita esperança de que vamos conseguir essa vaga e de que chegaremos bem na OlimpĂ­ada”, encerra Maria Bruno.

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