O mundo bateu, na terça-feira (24), o recorde de mortes por Covid-19 registradas em um Ășnico dia, segundo informaçÔes da plataforma de acompanhamento da pandemia da Universidade Johns Hopkins (EUA).
Na terça, foram registrados 12.785 mortes pelo novo coronavĂrus. O recorde anterior, ainda de acordo com o monitor da universidade, havia ocorrido no Ășltimo dia 20, com 11.840 novo Ăłbitos.
O grande nĂșmero de mortes coincide com uma nova onda de Covid-19 que assola a Europa, a situação que continua preocupante dos Estados Unidos e o aumento de infecçÔes no Brasil nas Ășltimas semanas.
Após alcançar uma situação mais controlada da pandemia, a Europa passou a relaxar as medidas de distanciamento social.
Ainda assim, autoridades de saĂșde e membros da OMS (Organização Mundial da SaĂșde) demonstravam preocupação com comportamentos de riscos, principalmente entro os mais jovens durante o verĂŁo europeu.
Recentemente, o continente europeu viu o crescimento das infecçÔes, seguido pelo aumento das mortes, inclusive em paĂses que jĂĄ tinham sido fortemente afetados na primeira onda, como ItĂĄlia, Reino Unido e França.
O aumento das mortes devido ao novo coronavĂrus provocou preocupação extra com a proximidade das festas de fim de ano, o que poderia agravar ainda mais o cenĂĄrio devido a reuniĂ”es de familiares e amigos.
Pensando nisso, governos europeus começaram a criar regras limitando os encontros de Natal, a fim de evitar aglomeraçÔes e aumento da disseminação do vĂrus.
Nos EUA, o feriado de Ação de Graças no paĂs, que ocorre nesta quinta-feira (26), tambĂ©m Ă© visto de forma preocupante por causa de seu potencial de espalhar o coronavĂrus Sars-CoV-2.
Em contraste com a Europa, porĂ©m, os EUA em nenhum momento conseguiram um cenĂĄrio de maior calmaria. Dessa forma, o crescimento de casos e mortes no paĂs ocorreu sobre nĂșmero anteriores ainda elevados.
O Brasil, a exemplo dos EUA, não chegou a alcançar situação controlada da pandemia e, neste momento, apresenta contaminação crescente.
