Rio Branco, Acre,


Primeira balsa de Rio Branco rumo a Manacupuru já partiu

Rumo à Manacapuru, a balsa criada pelo ContilNet tem espaço para todos, incluindo suas siglas partidárias e apoiadores

Farinha, banana e outras frutas já fazem parte da bagagem dos candidatos que perderam logo no primeiro turno das eleições para a Prefeitura de Rio Branco e para a Câmara Municipal.

Rumo à Manacapuru, a balsa criada pelo ContilNet tem espaço para todos, incluindo suas siglas partidárias e apoiadores.

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A história da balsa

A expressão “descer a balsa” surgiu junto com a história do Acre. Muito antes de estar ligado à questão das eleições, descer em uma balsa era tido como um castigo, já em 1910, pelos autonomistas.

O jornalista Aloizio Maia criou a balsa política nos anos 70 em sua coluna. Ele escrevia sobre política e usou essa história tão antiga quanto o Acre, de castigo, para criar a balsa política. Após toda eleição, os derrotados desceriam na balsa até Manacapuru.

Na época das revoltas autonomistas, prefeitos que eram muito autoritários foram colocados em balsas como uma forma de castigo. As balsas são navegações que não possuem motor e se movimentam apenas pela correnteza do rio, tornando a viagem ainda mais longa.

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