Rio Branco, Acre,


A história da ‘Casa da Morte’ contada por única sobrevivente

De oito de maio a 11 de agosto de 1971, Inês Etienne sofreu tortura, estupro e humilhação

Noventa e seis dias. Esse foi o tempo que durou o “calvário” de Inês Etienne Romeu (1942-2015) na “Casa da Morte”, em Petrópolis, na região serrana do Rio.

Fachada da Casa da Morte, em Petrópolis, que foi de esconderijo de espião nazista a centro clandestino de tortura/ Imagem: Comissão Nacional da Verdade

O termo é empregado pela historiadora Isabel Cristina Leite, doutora em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para descrever o período em que a militante política esteve presa no aparelho clandestino montado pelo Centro de Informações do Exército (CIE) para torturar e matar guerrilheiros com papel de destaque em suas respectivas organizações — no caso dela, a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), um dos grupos que lutaram contra a ditadura.

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