Acre e Amazonas saem da condição de alerta na pandemia, segundo Fiocruz

Acre e Amazonas saem da condição de alerta na pandemia, segundo Fiocruz
Foto: Secom

Mesmo que o Acre, ao lado do Amazonas, seja um dos dois estados da região Norte que saíram da situação de alerta em relação à pandemia do coronavírus, as populações locais não podem, ainda, abrir a guarda em relação à infecção.

O Acre foi, por exemplo, o primeiro entre sete estados da regiĆ£o em diminuição na incidĆŖncia e de mortes pela doenƧa, conforme mostram nĆŗmeros do MinistĆ©rio da SaĆŗde, em relação Ć  Ćŗltima semana de abril e os primeiros dias do mĆŖs de maio, mas ainda nĆ£o Ć© hora de relaxar em relação aos protocolos de e contenção a doenƧa – uso de mĆ”scara, higienização das mĆ£os com Ć”lcool-gel e lavagem permanente com Ć”gua e sabĆ£o, alĆ©m do distanciamento social, mais ainda Ć© preciso manter cuidados, diz a Fiocruz.

A instituição é um órgão do Ministério da Saúde e a maior em tecnologia em saúde da América latina. Nas últimas semanas, registrou que o Brasil vem apresentando números de redução nas taxas de mortalidade pela Covid-19 mas a incidência de casos ainda se mantém elevada, assim como os valores de positividade dos testes para diagnóstico da doença.

Segundo a Fiocruz, na semana entre 2 e 8 de maio, também se observou uma redução da ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para a doença em grande parte dos estados. No entanto, os pesquisadores afirmam que o conjunto de indicadores que vêm sendo monitorados pelo Observatório Covid-19 mostram que ainda hÔ uma intensa circulação do vírus no país.

ā€œA pandemia pode permanecer em nĆ­veis crĆ­ticos ao longo das próximas semanas, alĆ©m de dar oportunidade para o surgimento de novas variantes do vĆ­rus devido Ć  intensidade da transmissĆ£oā€, informa o boletim.

Apesar da ligeira redução nos indicadores de criticidade da pandemia, a manutenção de um alto patamar exige que sejam mantidos os cuidados de prevenção contra o coronavĆ­rus, afirmam os pesquisadores da Fiocruz. ā€œUma terceira onda agora, com taxas ainda tĆ£o elevadas, pode representar uma crise sanitĆ”ria ainda mais graveā€, alertam os autores do boletim.

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