Festa termina com uma pessoa morta e duas feridas a golpes de faca no 2º Distrito de Rio Branco

Edlyn Vitória da Silva Bezerra, de 18 anos

A jovem Edlyn Vitória da Silva Bezerra, de 18 anos, foi morta com uma facada no peito e mais duas pessoas identificadas como Laísa Ingrid Oliveira da Silva, 22 anos, e Davi Ribeiro Bessa, 25, ficaram feridas a golpes de faca na madrugada deste domingo (29), em um buffet localizado na Avenida Amadeo Barbosa, no bairro Canaã, na região do Segundo Distrito de Rio Branco. A autora dos crimes, Rayane da Costa Brilhante, de 20 anos, foi presa em flagrante ainda com a faca da ação criminosa.

Autora dos crimes, Rayane da Costa Brilhante, de 20 anos

Segundo informações da polícia, Rayane e Davi haviam se separado e estavam tentando reatar o namoro. Rayane ligou para o rapaz e perguntou onde ele estava, e o mesmo falou que estava em uma festa. Por muita insistência de Rayane, Davi passou a localização via WhatsApp e minutos depois a acusada chegou no local.

Ao chegar no buffet, por motivo de ciúmes, Rayane começou uma discussão. Ela estava de posse de uma faca e desferiu um golpe que atingiu o peito da amiga de Davi, Edlyn Vitória, que estava na festa com o rapaz e, em seguida, feriu Laísa na região do braço e ombro e desferiu mais dois golpes no ombro e no braço do seu ex-namorado Davi.

Após o crime Rayane ainda tentou fugir, mas foi contida por populares que estavam na festa e entregue para uma guarnição da Polícia Militar que foi acionada e que deu voz de prisão a jovem.

A jovem Edlyn Vitória estava em estado mais grave e foi colocada em um carro de um dos participantes da festa e encaminhada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito, mas quando chegou na unidade, já estava sem vida. O corpo da vítima foi recolhido e encaminhado por Agentes do Instituto Médico Legal (IML), para a sede, onde passará por exames cadavéricos.

A área do buffet onde acontecia a festa foi isolada para os trabalhos da perícia. Rayane foi encaminhada juntamente com as vítimas Laísa e Davi à Delegacia de Flagrantes (Defla), para os devidos procedimentos.

O caso segue sob investigação dos agentes de Polícia Civil da Equipe de Pronto Emprego (EPE), da Delegacia Especializada de Investigação Criminal (DEIC).

 

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