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Caso Joyce: homem acusado de induzir morte de acreana teria fingido ser médico em MG

Por Redação ContilNet 18/12/2024 18:44 Atualizado em 18/12/2024 19:00
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A investigação da Polícia Civil revelou mais detalhes sobre as ações de  Thiago Augusto Borges, de 42 anos, de Itabira, Minas Gerais, que foi acusado de abusos psicológicos e exploração financeira contra a acreana Joyce Souza de Araújo.

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Entre as estratégias utilizadas para manipular e explorar suas vítimas, Thiago teria se apresentado como médico para ganhar confiança e criar situações que resultaram em prejuízos emocionais e financeiros significativos.

Para muitas mulheres, a exposição pública desses casos representa um caminho para romper ciclos de abuso e buscar justiça/Foto: Reprodução

Joyce morreu aos 41 anos/Foto: Redes sociaisDe acordo com as investigações, Thiago utilizava sua suposta profissão para projetar credibilidade e atrair mulheres vulneráveis.

O caso de Joyce, que ganhou grande repercussão em novembro, é emblemático de um padrão que pode envolver outras vítimas. Familiares de Joyce relatam que ele a manipulava com promessas e exigências financeiras que resultaram em um rombo patrimonial superior a R$ 200 mil, incluindo a aquisição de um veículo em nome da vítima.

Joyce enfrentava uma rotina de ameaças psicológicas e controle. A família revelou cartas e vídeos em que a vítima denunciava os abusos sofridos e alertava sobre o comportamento de Thiago.

A Polícia Civil apreendeu o celular e o carro de Thiago, que passarão por perícia, e segue com as investigações para identificar outras possíveis infrações e pessoas lesadas.

Thiago Borges nega as acusações, alegando que as transações financeiras foram consensuais e documentadas. Ele afirmou que pretende apresentar provas e acusa os familiares da vítima de difamação. Em nota, ele mencionou que já havia iniciado os trâmites para devolver o carro à concessionária antes mesmo das acusações.

A repercussão do caso motivou o Departamento de Enfrentamento à Violência Contra Mulheres (DEPEVCM) a oferecer suporte psicológico à família e reforçar a necessidade de denúncia de situações semelhantes. Para muitas mulheres, a exposição pública desses casos representa um caminho para romper ciclos de abuso e buscar justiça.

O caso segue em apuração, e a Polícia Civil de Itabira está trabalhando para esclarecer os fatos e buscar por mais vítimas que possam ter sido enganadas por Thiago Borges. O espaço permanece aberto para manifestações das partes envolvidas.

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