Início / Versão completa
Destaque 2

Servidor público apontado como atirador da Guascor é preso após pedido do MPAC; veja detalhes

Por Redação ContilNet 13/02/2025 15:59 Atualizado em 14/02/2025 17:19
Publicidade

Na tarde quinta-feira (13), a Polícia Militar prendeu Marcos Vinícius Furtado da Silva, 29, acusado de balear duas pessoas em janeiro deste ano, no estacionamento da Guascor que fica na BR-364, entrada de Sena Madureira.

Publicidade

A Justiça decretou a prisão preventiva do autor, a pedido do Ministério Público, por meio do promotor de Justiça Júlio César de Medeiros.

Marcos teve prisão preventiva decretada nesta quinta-feira/ Foto: Reprodução

Em um primeiro momento, a delegada de Polícia Civil, Rivania Franklin, responsável pelas investigações, não pediu a prisão preventiva do acusado, por entender que não haviam elementos suficientes que pudessem ensejar tal medida.

Todavia, o promotor de Justiça divergiu desse entendimento, e representou pela decretação da prisão preventiva, visando a garantia da ordem pública e a fim de assegurar a aplicação da lei penal.

Para o pedido da prisão preventiva, o Ministério Público levou em consideração a gravidade concreta do caso, visto que o local estava repleto de pessoas, e as vítimas atingidas ficaram em estado grave de saúde, e precisaram ser transferidas para Rio Branco.

Em todo esse contexto, destaca-se também o papel crucial da Polícia Militar, que conseguiu identificar o autor dos disparos, logo após os fatos, logrando êxito em apreender a arma de fogo utilizada no crime, sendo uma pistola.

LEIA TAMBÉM: Polícia conclui inquérito sobre tentativa de homicídio na Guascor e identifica atirador

Na oportunidade, o MP também já ofereceu denúncia contra o acusado, pelos crimes de dupla tentativa de homicídio qualificado, por motivo torpe, e por dificultar a defesa da vítima, além do crime de porte ilegal de arma de fogo.

Além disso, o MP denunciou outras duas pessoas (esposa e amiga do autor), pelo crime de falso testemunho, com aumento de pena, por supostamente terem alterado a verdade dos fatos durante a investigação criminal.

A prisão do autor se configura como uma resposta à sociedade, já que o crime causou repercussão social, e foi disseminado no município que o autor supostamente ficaria impune.

O caso “Guascor” ocorreu no dia 19 de janeiro deste ano, num local que vinha sendo usado com frequência por moradores, que faziam uma espécie de “festa” com som automotivo e bebidas álcoolicas aos finais de semana.

O MPAC também acionou a empresa, para isolar o local, colocar placas de advertência, câmeras e refletores.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.