Polícia prende foragido por estupro de vulneråvel no Acre; mãe da vítima também havia sido presa

O caso veio Ă  tona apĂłs a PolĂ­cia Civil receber a denĂșncia de que adolescente estaria sendo vĂ­tima de abuso sexual

Por Redação ContilNet 30/04/2025 às 15:48

A PolĂ­cia Civil do Estado do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Xapuri, prendeu na Ășltima terça-feira (29) E. C. de A., acusado de estupro de vulnerĂĄvel e foragido da Justiça desde dezembro de 2024. A captura foi resultado de um trabalho de investigação e monitoramento realizado pela equipe policial, que jĂĄ havia cumprido anteriormente o mandado de prisĂŁo contra a mĂŁe da vĂ­tima, M. de L. de A. S., tambĂ©m indiciada pelo mesmo crime.

Polícia prende foragido por estupro de vulneråvel no Acre; mãe da vítima também havia sido presa

A ação ocorreu na ultima terça-feira (30)/Foto: PCAC

O caso veio Ă  tona apĂłs a PolĂ­cia Civil receber a denĂșncia de que a adolescente M. L. A. da S. estaria sendo vĂ­tima de abuso sexual. Diante da gravidade da situação, foi instaurado inquĂ©rito policial para apuração imediata dos fatos. As investigaçÔes confirmaram a veracidade da denĂșncia e revelaram um agravante: a prĂłpria mĂŁe da adolescente era conivente com o crime, tendo incentivado a convivĂȘncia marital da filha com o acusado.

Diante das provas reunidas, o inquĂ©rito foi concluĂ­do e encaminhado ao Poder JudiciĂĄrio em dezembro de 2024. A autoridade policial responsĂĄvel representou pela prisĂŁo preventiva dos dois envolvidos, sendo os mandados decretados pela Justiça. M. de L. de A. S. foi presa ainda no mesmo mĂȘs, enquanto E. C. de A. conseguiu fugir e permaneceu foragido atĂ© ser localizado nesta semana.

Com a prisão do segundo acusado, a Polícia Civil reforça o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes, além da responsabilização de autores de crimes sexuais.

“A atuação da PolĂ­cia Civil foi firme e cuidadosa, garantindo que a vĂ­tima fosse retirada do ambiente de violĂȘncia e que os autores fossem levados Ă  Justiça. Casos como este exigem atenção redobrada, especialmente quando envolvem pessoas que deveriam proteger a vĂ­tima”, destacou o delegado Luccas Vianna, responsĂĄvel pela investigação.

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