A família de Sebastião Salgado afirmou que as cinzas do fotógrafo, que morreu no dia 23 de maio, aos 81 anos, serão espalhadas na área do programa Terra Doce, do Instituto Terra. A informação foi revelada no Fantástico nesse domingo (26/5).
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Sebastião Salgado
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Sebastião Salgado vivia em Paris, na França
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No Brasil, presidente de Angola recebe fotografia de Sebastião Salgado
Ricardo Stuckert/Presidência da República
Sebastião Salgado
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Sede do Instituto Terra, na Fazenda Bulcão, em Aimoré
Instituto Terra
O Instituto Terra nasceu do desejo de Sebastião e da esposa, Lélia Wanick Salgado, de restaurar a antiga fazenda da família do fotógrafo, localizada em Aimorés, Minas Gerais.
Fundado em 1998, a associação plantou mais de 3 milhões de árvores nativas da Mata Atlântica, recuperando cerca de 676 hectares de floresta e promovendo o desenvolvimento sustentável na bacia do Rio Doce.
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Quem era Sebastião Salgado
O fotógrafo nasceu em fevereiro de 1944 em Aimorés, município de Minas Gerais. Formado em economia pela Universidade Federal do Espírito Santo, ele era mestre pela Universidade de São Paulo e doutor pela Universidade de Paris.
Embora tenha estudado economia por anos, foi na fotografia que Salgado descobriu a verdadeira paixão profissional.
Sebastião foi casado por 61 anos com a arquiteta, designer, curadora e ambientalista, Lélia Wanick Salgado, de 78 anos.
O casal teve dois filhos: Juliano Ribeiro Salgado, de 51 anos, cineasta que co-dirigiu o premiado documentário O Sal da Terra (2014), sobre a trajetória do pai; e Rodrigo, de 45 anos, pintor que nasceu com síndrome de Down e encontrou na arte um meio de expressão e realização.
O fotógrafo morreu aos 81 anos e enfrentava problemas de saúde decorrentes da malária, doença que ele contraiu nos anos 1990. Segundo a esposa, Sebastião descobriu que estava com leucemia dois meses antes de morrer e que a doença progrediu muito rápido.
