A Subsecretaria de Vigilância à Saúde, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, pretende ir a granjas comerciais localizadas na capital do país para orientação e prevenção dos funcionários em relação à gripe aviária.
Na semana passada, a morte de um pombo e de um irerê (ave semelhante a um pato) levantou suspeita de infecção e levou ao fechamento do Zoológico de Brasília. Os resultados dos exames ainda não foram divulgados.
Nessa segunda-feira (2/6), a Subsecretaria de Vigilância à Saúde solicitou os endereços e contatos das granjas comerciais no DF com objetivo de planejar e implementar ações junto aos trabalhadores expostos aos riscos decorrentes da atividade avícola.
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As informações foram requeridas pela Diretoria de Saúde do Trabalhador para a Gerência de Epidemiologia de Campo (GECAMP), ambas da Subsecretária de Vigilância à Saúde, em documento obtido pelo Metrópoles. Veja:
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Gripe aviária: carros são higienizados no Zoo
Hugo Barreto/Metrópoles
@hugobarretophoto
Mapa do Ministério da Agricultura mostra casos em investigação com suspeita de gripe aviária
Reprodução
Especialista diz se humanos podem contrair gripe aviária
GettyImages
Brasil registrou seu primeiro caso de gripe aviária em granja comercial
Photo by Paula Bronstein/Getty Images
Conforme mostrou o Metrópoles, a avicultura é uma das principais atividades agropecuárias do DF, ao lado da produção de grãos. A capital do país tem 184 granjas e aproximadamente 10 milhões de aves alojadas. Só em 2024, esse setor movimentou cerca de R$ 1 bilhão e gerou aproximadamente 5 mil empregos.
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Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), há oito casos da Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves em investigação no momento. Os dados foram atualizados nesta terça-feira (3/6).
O risco de infecção em humanos é baixo, mas ainda acende o alerta especialmente entre profissionais que lidam diretamente com aves.
