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Modelo Bonnie Blue expõe efeitos físicos intensos após maratona sexual

Por Metrópoles 29/07/2025 12:26 Atualizado em 29/07/2025 12:28
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A britânica Bonnie Blue, de 26 anos, é a protagonista de um polêmico documentário que vai ao ar nesta terça-feira (29/7), no Channel 4, no Reino Unido. A produção acompanha a vida da modelo, influencer e ex-produtora de conteúdo adulto, que ficou conhecida por, supostamente, quebrar um recorde sexual inédito: ela teria tido relações com 1.057 homens em um período de 12 horas.

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A maratona, realizada em uma mansão em Londres com participação de fãs de várias regiões, chamou atenção da mídia e deve gerar uma onda de reclamações ao órgão regulador da TV britânica, segundo estimativas. A própria Bonnie admitiu surpresa com a quantidade de cenas explícitas incluídas no programa, mas apoiou a decisão da diretora Victoria Silver, que a acompanhou por seis meses.

A influencer revelou que transou com 1.057 homens em 12 horas, superando a estrela pornô Lisa Sparks, que teve relações com 919 em um dia

Em entrevista ao jornal The Sun, Bonnie revelou os efeitos físicos mais intensos após o desafio: “Meu maxilar doeu mais do que qualquer outra parte do corpo. Minhas pernas também estavam em chamas”, contou.

O evento gerou controvérsias. A modelo foi criticada após um dos participantes afirmar que não usou preservativo, levantando preocupações sobre a segurança do grupo. Bonnie também foi banida da plataforma de conteúdo adulto OnlyFans pouco depois do feito.

Além das críticas ao seu trabalho, a jovem diz lidar diariamente com ameaças de morte. “Faz seis meses que não saio sozinha. Simplesmente não é mais seguro”, afirmou.

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Bonnie foi demitida da universidade que trabalhava por transar com os alunos

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Ela alega ter batido o recorde mundial

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A influenciadora tem histórico polêmico

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Bonnie Blue

Foto: Instagram/Reprodução

O documentário também confronta suposições sobre traumas do passado que supostamente justificariam sua atuação na indústria adulta. Bonnie rebate: “As pessoas querem que eu diga que vivi algo traumático. Mas não aconteceu. Faço isso porque gosto de sexo.”

A diretora Victoria Silver defendeu a inclusão de material explícito no especial: “Se fosse um filme sobre um músico, o trabalho dele estaria lá. Acho essencial mostrar o que ela faz.”

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