Rixa de doces: Bisneta do criador do brigadeiro, Chris Pelajo, critica o morango do amor

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Nas últimas semanas, um doce tomou conta das redes sociais: o morango do amor. Apesar de ter conquistado muitos fãs, houve também quem não entendesse a comoção em torno do doce de morango — como foi o caso de Christiane Pelajo, bisneta da criadora do brigadeiro. Por meio das redes sociais, a jornalista apontou as diferenças entre o doce amado pelos brasileiros e o recém-chegado “do amor”, afirmando qual seria o ganhador dessa rixa.

Christiane fez referência a um vídeo do humorista Fábio Porchat, publicado há três dias, onde chama o doce viralizado de “morango do ódio” e enaltece o doce tradicional brasileiro, o brigadeiro. 

Veja as fotos

Foto: Reprodução Instagram @brigadeiro_originaloficial
Foto: Reprodução Instagram @brigadeiro_originaloficial
Foto/@_cantinhodosabor_gourmet
Morango do Amor vira febre nas confeitariasFoto/@_cantinhodosabor_gourmet
Divulgação/Maria Mole Doces
Morango do Amor é febre na internetDivulgação/Maria Mole Doces
Foto/@amoredocesgourmett
Morango do Amor vira febre nas confeitariasFoto/@amoredocesgourmett

Bisneta da mulher que inventou o famoso brigadeiro, a jornalista não deixou de comentar a respeito: “Você está certíssimo, Fábio Porchat! Morango do amor é bonito, trendy, combina com internet. Mas o brigadeiro…Ahhh, o brigadeiro já chegou com tudo resolvido. Sem filtro. Sem ring light. Sem precisar se provar. E como você bem disse: “Ele respeita.” Concordo 100%. E falo com propriedade: sou bisneta da mulher que criou o brigadeiro. Obrigada, vovozinha. O Brasil te ama!”, escreveu, compartilhando uma foto comendo um brigadeiro. 

A história da sobremesa brasileira, também se confunde com a história do país. Isso porque em 1945,  Heloísa Nabuco de Oliveira, a criadora do brigadeiro, que fazia doces para casamento, batizou a criação com este nome em homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, candidato à Presidência da República daquele ano, que estaria presente em um dos eventos da confeiteira. O doce acabou ganhando notoriedade ao ser distribuído durante a campanha presidencial do político, no mesmo ano.