Ícone do site ContilNet Notícias

Vereadora diz que decisão judicial que anulou chapa do MDB em Sena Madureira foi precipitada

Por Redação ContilNet

Eleita em 2024 com 632 votos, a vereadora Helissandra Matos (MDB) se viu no centro de uma polêmica recentemente. É que a justiça de Sena Madureira, por meio do juiz Eder Viegas, decidiu anular a chapa completa do MDB sob alegação de que o partido descumpriu a legislação ao inscrever mulheres que não tinham real intenção de participar da disputa, configurando candidaturas fictícias. Essa decisão pode ensejar a perda do mandato de Helissandra caso seja seguida pelas demais instâncias.

Vereadora diz que decisão judicial que anulou chapa do MDB em Sena Madureira foi precipitada

Por enquanto, mesmo diante dessa anulação da chapa do MDB, Helissandra Matos continua atuando como vereadora/ Foto: Reprodução

Neste domingo (6), contudo, a vereadora emitiu uma Nota Pública à comunidade, considerando que tal decisão foi precipitada. Além disso, ventilou a possibilidade da lei ter sido aplicada de maneira distorcida. “Estamos recorrendo da decisão e confiamos na justiça para corrigir esse equívoco”, ressalta a nota.

SAIBA MAIS: Justiça anula chapa do MDB em Sena Madureira e vereadora pode perder o mandato

Por enquanto, mesmo diante dessa anulação da chapa do MDB, Helissandra Matos continua atuando como vereadora e, de agora em diante, caberá às demais instâncias analisar o caso e manter ou não a decisão do juiz Eder Viegas.

CONFIRA NOTA COMPLETA EMITIDA PELA VEREADORA

“Venho a público manifestar minha indignação diante da decisão judicial que cassou a chapa do MDB em Sena Madureira, sob alegação de descumprimento da cota de gênero.

Mesmo sendo a única mulher eleita, não fui ouvida no processo. A decisão foi tomada com base apenas em duas testemunhas, de forma precipitada e sem garantir o direito à ampla defesa.

Fui eleita com votos legítimos, fruto de uma trajetória de luta, especialmente em defesa das mulheres e da população mais vulnerável. Rejeito qualquer insinuação de fraude e repudio o uso distorcido da lei que deveria incluir mulheres na política, não retirá-las de seus mandatos.

Estamos recorrendo da decisão e confiamos na justiça para corrigir esse equívoco. Sigo firme, honrando cada voto e lutando por justiça e democracia”.

Sair da versão mobile