O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretou, neste sábado (30/8), luto oficial de três dias após a morte do escritor e cronista Luis Fernando Verissimo, aos 88 anos. O escritor morreu na madrugada deste sábado em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.
Mais cedo, por meio das redes sociais, o titular do Palácio do Planalto lamentou a morte de Verissimo e destacou o trabalho realizado por ele ao longo da vida.
“Sua descrição bem-humorada da sociedade ganhou espaço nas livrarias e na TV, com a Comédia da Vida Privada. E, como poucos, soube usar a ironia para denunciar a ditadura e o autoritarismo; e defender a democracia”, escreveu Lula.



Velório do escritor Luis Fernando Verissimo na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul
Marcelo Oliveira / ALRS
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha abraça viúva de Luis Fernando Verissimo, Lúcia Helena Massa
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Governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite fala com a viúva de Luis Fernando Verissimo, Lúcia Helena Massa
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Luis Fernando Verissimo
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Luis Fernando Veríssimo posa na biblioteca
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Verissimo estava internado desde 11 de agosto em uma unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Moinhos de Vento, na capital gaúcha. O velório do escritor aconteceu na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Porto-alegrense, Luis Fernando é filho do escritor Érico Verissimo e de Mafalda Halfen Volpe Verissimo.
Durante a vida, Luis Fernando Verissimo publicou mais de 60 obras, entre elas “As Mentiras que os Homens Contam”, “O Popular: Crônicas ou Coisa Parecida” e “A Grande Mulher Nua e Ed Mort”.
Em nota, a Academia Brasileira de Letras (ABL) lamentou a morte do escritor. “A Academia Brasileira de Letras expressa sua solidariedade à esposa, Lúcia, aos filhos, Fernanda, Mariana e Pedro, aos netos, amigos e leitores. Verissimo nos ensinou a imaginar uma vida mais leve.”




