Para quem ama pão, mas teme o impacto desse alimento na glicemia e na digestão, a ciência traz uma boa notícia: a forma como você armazena e aquece o quitute pode fazer diferença. Pesquisas mostram que congelar e depois reaquecer o alimento antes do consumo altera a estrutura do amido, formando o chamado “amido resistente”.
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Esse tipo de amido não é digerido rapidamente pelo intestino delgado, o que significa que ele provoca um aumento mais lento da glicose no sangue, ajudando a evitar picos de açúcar e oscilações de energia.
Além disso, o amido resistente funciona como um prebiótico, ou seja, alimento para as bactérias benéficas do intestino, contribuindo para uma flora intestinal mais saudável e, potencialmente, uma digestão mais equilibrada.
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O truque é simples: compre o pão, fatie, congele e, quando for consumir, aqueça no forno ou na torradeira. Esse processo pode ser incorporado facilmente na rotina e ainda ajuda a evitar desperdício.
Vale lembrar que, embora o método traga benefícios, o tipo de pão continua sendo importante. Opte por versões integrais, com farinhas menos refinadas e menos açúcar na composição, para potencializar os efeitos positivos dessa prática.
(*) Juliana Andrade é nutricionista formada pela UnB e pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional. Escreve sobre alimentação, saúde e estilo de vida
