O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (7) que apoia uma reforma administrativa âampla e genuinamente republicanaâ no serviço pĂșblico. A declaração foi divulgada apĂłs encontro de Fachin com o deputado federal Pedro Paulo (PSD-RJ), relator da reforma, que estĂĄ em tramitação na CĂąmara dos Deputados.

Em nota Ă imprensa, Fachin disse que a reforma deve alcançar âtodos os Poderes e instituiçÔes do Estadoâ.
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âO objetivo deve ser o de aperfeiçoar o mĂ©rito, a transparĂȘncia e a concorrĂȘncia dos sistemas de ingresso, promover a diversidade e a integridade da força de trabalho pĂșblica e assegurar a retenção de talentos por meio de remuneraçÔes justas, transparentes e compatĂveis com o serviço Ă RepĂșblicaâ, comentou.Â
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O presidente do STF disse que algumas garantias devem ser mantidas para preservar a independĂȘncia do JudiciĂĄrio.Â
âA presidĂȘncia [do STF] reitera que garantias constitucionais como a vitaliciedade, a inamovibilidade e a irredutibilidade de vencimentos nĂŁo constituem privilĂ©gios, mas instrumentos indispensĂĄveis Ă independĂȘncia judicial e, portanto, Ă proteção dos direitos e liberdades dos cidadĂŁos frente a eventuais arbitrariedades do poder polĂticoâ, completou o ministro.Â
No JudiciĂĄrio, a reforma pretende aplicar a demissĂŁo de juĂzes condenados por infraçÔes disciplinares e acabar com a aposentadoria compulsĂłria como punição mĂĄxima, proibição de fĂ©rias de 60 dias para juĂzes e vedação do pagamento de licenças condicionadas ao tempo de serviço.Â
