Trump diz que “se sente mal” por Bolsonaro, mas despista se ex-presidente será pauta de reunião

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump falou sobre a recente condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no encontro com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Malásia neste domingo (26/10). Questionado por jornalistas, o norte-americano afirmou que “se sente mal” pelo o que ocorreu com Bolsonaro, mas ao ser questionado por jornalistas se a condenação por golpe de estado do ex-presidente seria pautada na reunião afirmou que “não era da conta” dos profissionais de imprensa.

“Sempre gostei dele (Bolsonaro). Me sinto muito mal pelo que aconteceu com ele. Sempre achei que ele era um cara honesto, mas ele já passou por muita coisa, já passou por muita coisa”, afirmou Donald Trump.

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Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Ricardo Stuckert
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Ricardo Stuckert
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva se encontraram na Malásia / Foto: Reprodução G1
Reprodução: Redes Sociais
Trump e Eduardo BolsonaroReprodução: Redes Sociais
Eduardo Bolsonaro - Internet Reprodução
Eduardo Bolsonaro – Internet Reprodução
Foto: Alan Santos/PR
Donald Trump e Jair BolsonaroFoto: Alan Santos/PR

Márcio Rosa, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, afirmou em coletiva após o fim da reunião que o nome do ex-presidente Jair Bolsonaro chegou a ser citado “lateralmente”, no entanto, sem exigências por parte da comitiva americana.

Lula pediu a Trump que as autoridades brasileiras sancionadas na Lei Magnitsky por conta da condenação do ex-presidente fossem revogadas, afirmando que as punições eram “injustas” e que o julgamento de condenação por golpe de estado teria respeitado o devido processo legal.