Hytalo Santos e Israel Vicente participaram de uma nova audiência de instrução no Fórum Criminal de Bayeux, em João Pessoa, na última quarta-feira (13/11). Em comunicado enviado ao portal LeoDias, a equipe jurídica afirmou que os depoimentos reforçaram a versão dos acusados e que o trabalho do influenciador representa, de acordo com a defesa, uma “produção artística”.
No comunicado, a defesa de Hytalo e Israel, investigados pela produção de conteúdo com exploração sexual infantil, comemorou o resultado da sessão: “As oitivas reforçaram, mais uma vez, a consistência da versão apresentada pelos acusados, evidenciando que os fatos narrados pela acusação não se sustentam diante da verdade dos depoimentos colhidos.“, afirmaram.
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A equipe ainda ressaltou que as acusações não têm relação com exploração sexual de menores: “Ficou provado que as acusações feitas contra o influenciador e seu marido não dizem respeito à exploração sexual de menores ou à pedofilia, mas sim ao suposto conteúdo erótico presente nas músicas divulgadas”, os advogados criticaram a criminalização das canções.
Segundo o comunicado, as letras das músicas refletem a realidade da “comunidade”: “A criminalização do brega funk revela uma contradição, pois a produção artística de Hytalo é comparável às letras que atualmente ocupam o topo das plataformas de streaming no Brasil – muitas das quais também abordam temas de teor semelhante. Além disso, suas composições mantêm uma forte conexão com a realidade das comunidades e periferias, refletindo a vivência e a cultura popular desses espaços”.
Por fim, os advogados informaram que Hytalo pretende falar à imprensa, mas informações oficiais serão divulgadas pela equipe jurídica: “Em breve, eles pretendem conversar com a imprensa para esclarecer os fatos e mostrar, com transparência e respeito ao público, tudo o que realmente aconteceu. Até lá, qualquer informação oficial será divulgada exclusivamente por seus advogados”, destacaram.






